
O Marcos e o Sérgio eram velhos conhecidos de faculdade (até tínhamos feito algumas trilhas juntos) e o Ronaldo eu tinha conhecido naquele semestre, mas parecia que estava disposto a caminhar por vários dias, assim como a sua namorada.
Antes dessa caminhada, tive contato por telefone com uma pessoa que seria minha referencia nas caminhadas dali para frente: Sérgio Beck.
Liguei na redação da antiga Revista Família Aventura (era assinante) para falar sobre uma matéria escrita por ele e lembro que do nosso papo, me recomendou o seu livro: Caminhos da Aventura.
Comprei na loja Mundo Terra, ali perto do início da Rua da Consolação, em São Paulo.
Liguei na redação da antiga Revista Família Aventura (era assinante) para falar sobre uma matéria escrita por ele e lembro que do nosso papo, me recomendou o seu livro: Caminhos da Aventura.
Comprei na loja Mundo Terra, ali perto do início da Rua da Consolação, em São Paulo.
Quando comecei a ler aquilo, pensei comigo: era tudo o que eu queria. Inúmeras trilhas descrita em detalhes, com muita informação. Aquelas letras miudinhas me tomavam horas para ler, mas era prazeroso.
Eu tinha que inaugurar o livro, mas não sabia qual escolher e com a greve na Faculdade, decidi que era a Serra dos Órgãos.
Eu tinha que inaugurar o livro, mas não sabia qual escolher e com a greve na Faculdade, decidi que era a Serra dos Órgãos.
Na
foto acima, local do 2º pernoite, no Morro do Dinossauro de frente para o
Garrafão
Fotos, mapas e croquis: clique aqui
Peguei
algumas anotações do livro dele e também da
extinta Revista Família Aventura (em algumas fotos dessa caminhada eu sempre apareço segurando algumas cópias das anotações do livro - veja na foto acima).
Na época não havia a necessidade de reserva para a travessia do Parque Nacional e lá fomos nós. Na noite do dia 12 de Agosto todos nós 5 (eu, o Marcos, o Sérgio, o Ronaldo e a namorada dele - não consigo lembrar o nome dela agora) nos encontramos na Rodoviária do Tietê para embarcar em direção à Petrópolis no horário das 23:00 hrs.
Na época não havia a necessidade de reserva para a travessia do Parque Nacional e lá fomos nós.
O
tempo até que estava relativamente bom e a viagem foi tranquila.
Na madrugada o
ônibus fez uma parada no Shopping Graal em Resende e pouco antes das 06:00 hrs
estávamos chegando na Rodoviária de Petrópolis.
Só foi descer do ônibus e já fomos atrás do circular que seguia para o Terminal Correas e ele até que não demorou muito para sair.
Só foi descer do ônibus e já fomos atrás do circular que seguia para o Terminal Correas e ele até que não demorou muito para sair.
O
ônibus seguiu quase que vazio, mas foi lotando ao longo do caminho e como era
Domingo encontramos muita gente que estava voltando da balada e conversando com
alguns passageiros, ficamos sabendo que no dia anterior tinha chovido muito
durante a noite e dava para ver que em vários pontos da serra a neblina encobria tudo.
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| Subindo o Vale do Bonfim |
Logo
que descemos no ponto final, já arrumamos nossas mochilas e preparamos para
começar a subida do vale até a portaria.
Esse
trecho é todo feito subindo por uma estrada de terra e conforme íamos
subindo, a neblina ao redor dos picos ia se dispersando prometendo um dia de
muito Sol.











