Para muitos, a travessia da Serra Negra era a única opção, já que não passava pelo interior do Parque Nacional e contornava ele pelo norte. Eu também fiz essa travessia quando estava fazendo a Transmantiqueira - relato aqui e alguns anos depois dessa mega caminhada, o Parque reabriu a travessia Ruy Braga, que liga a parte alta à parte baixa e oficializou a Serra Negra.
E com isso, reles mortais como nós, pudemos realizar travessias dentro do Parque com autorização.
Marquei então com um colega de trilhas (Sandro) para fazermos as 2 travessias juntas e aproveitando para subir também ao topo da Pedra Selada, em Visconde de Mauá. Juntos nessa trip iriam também a Márcia e a Sophia (nossa filha).
E com quase 1 mês de antecedência solicitei ao Parque a autorização para fazer a Ruy Braga.
Foto acima, trecho inicial da travessia antes de chegar na crista
Minha intenção era iniciar a caminhada com o Sandro na Vila de Maromba em direção ao Parque pela travessia da Serra Negra e depois emendar com a Ruy Braga.
Marquei então com um colega de trilhas (Sandro) para fazermos as 2 travessias juntas e aproveitando para subir também ao topo da Pedra Selada, em Visconde de Mauá. Juntos nessa trip iriam também a Márcia e a Sophia (nossa filha).
E com quase 1 mês de antecedência solicitei ao Parque a autorização para fazer a Ruy Braga.
Foto acima, trecho inicial da travessia antes de chegar na crista
Fotos da Pedra Selada: Clique
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Fotos da travessia Serra Negra: Clique aqui
Tracklog para GPS travessia Serra Negra: Clique aqui
| Pedra Selada ao fundo |
Já a Márcia e a Sophia iam ficar hospedadas na Vila de Maromba por 4 dias, para depois nos pegar no final da travessia da Ruy Braga, já na parte baixa do Parque do Itatiaia.
No livro Caminhos da Aventura, do Sérgio Beck ele descreve a travessia da Serra Negra como a trilha Mauá-Itamonte, mas por eu já ter feito essa trilha nem me preocupei em levar anotações dele.
Por volta das 07:00 hrs saímos de São Paulo e com algumas paradas pela estrada, chegamos em Visconde de Mauá pouco antes das 13:00 hrs e logo fomos procurar um lugar para comer.
Saciados da fome, seguimos por uns 12 Km por uma estrada de terra, sentido leste em direção à base da Pedra Selada, margeando o Rio Preto.
Pouco depois das 14:00 hrs cruzamos o pequeno bairro de Campo Alegre e de lá já era possível avistar a Pedra Selada em todo o seu esplendor à frente, chegando antes das 14h30min na bifurcação que leva à sede da Fazenda.
Aqui não tem como errar, pois existe até uma placa indicativa da Pedra Selada.
No livro Caminhos da Aventura, do Sérgio Beck ele descreve a travessia da Serra Negra como a trilha Mauá-Itamonte, mas por eu já ter feito essa trilha nem me preocupei em levar anotações dele.
| Chegando na Pedra Selada |
Saciados da fome, seguimos por uns 12 Km por uma estrada de terra, sentido leste em direção à base da Pedra Selada, margeando o Rio Preto.
| Pedra Selada logo ali |
Aqui não tem como errar, pois existe até uma placa indicativa da Pedra Selada.