17 de março de 2010

Itu e Salto/SP - Roteiro com dicas de um fim semana em família

Essa é uma trip que fiz com a Márcia e nossa filha Sophia e como estávamos de férias, fomos curtir um passeio pelas cidades de Itu e Salto, se hospedando em um Hotel Fazenda com direito a muito lazer e visitando algumas atrações turísticas dessas 2 cidades.
Em Itu conhecemos a Estrada Parque, que liga Cabreúva à Itu, a Fazenda do Chocolate, Parque do Varvito e mais outras atrações.
Já na cidade de Salto visitamos o Parque Lavras e o Complexo da Cachoeira do Rio Tietê.


Na foto acima as várias camadas da rocha que é a marca registrada do Parque do Varvito, em Itu 


Fotos: clique aqui


Atualizado Abril/2026


Chalés da Fazenda das Pedras
Localizada a cerca de 100 Km de São Paulo, Itu é considerada a cidade dos exageros, mas também é conhecida como a terra dos campings e pesqueiros e muitos desses lugares dispõe de várias formas de hospedagem (campings, cabanas, chalés, apartamentos) com uma boa infraestrutura de lazer.
E dessa maneira procuramos reunir um passeio pelos pontos turísticos de Itu e Salto, aproveitando as áreas de lazer do lugar onde nós se hospedamos.
Já a cidade de Salto se localiza a apenas uns 10 Km de Itu e possui algumas atrações turísticas que podem ser conhecidas em 1 dia, mas por dispormos de pouco tempo, só visitamos algumas delas.
Fazenda das Pedras
Saímos de SP pela Rodovia Castelo Branco até Barueri e na saída do Km 26B pegamos o início da Estrada dos Romeiros, cruzando as cidades de Santana do Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva e finalizando em Itu.
É uma estrada bem sinuosa, mas tem a vantagem de possuir pouco transito e boa pavimentação. 
Alguns trechos seguem margeando o Rio Tietê e cruzando a Serra do Japi com vasta área de mata atlântica. 
Abaixo o roteiro que fizemos pelas 2 cidades, bem como opções de hospedagem e alimentação.


30 de janeiro de 2009

Pedra Grande - Atibaia/SP - Relato com dicas da caminhada até o topo

Para dar uma desenferrujada e como não tinha nada a fazer em 1 dia de semana qualquer e estando de folga, resolvi voltar à Pedra Grande, mas dessa vez para fazer a trilha que se inicia dentro do Condomínio Arco Iris, deixando o carro perto do Campo de Pouso da cidade.
A trilha é bem demarcada e existem 3 opções.
Fiquei no topo até o pôr do Sol, por volta das 20:00 hrs e desci a trilha já de noite.
Em anos anteriores eu já tinha chegado no topo, mas tinha vindo de moto passando por dentro da cidade de Bom Jesus dos Perdões - fotos: clique aqui



Foto acima chegando na Pedra Grande pela trilha e o topo do Pico do Cocoruto ao fundo




Algumas fotos dessa subida e do pôr do Sol no topo da Pedra: clique aqui

Tracklog para GPS dessa caminhada: clique aqui



Atualizado Abril/2026

Pedra Grande
A Pedra Grande é um enorme monolito que se localiza em Atibaia, a cerca de 65 Km da cidade de São Paulo.
Sua altitude é de + - 1450 metros e é um local perfeito para a prática de voo livre (paraglider/parapente e asa delta) já que os ventos, ao bater no paredão voltado para a cidade, formam uma forte corrente ascendente, além de ter uma enorme rampa natural para decolagem.
Do alto da Pedra e seguindo por uma trilha bem demarcada por uns 5 minutos se chega ao topo do Pico do Cocoruto com altitude de + - 1490 metros e ponto culminante da Serra de Itapetinga, onde se tem uma visão de 360 graus de toda a região. 
O lugar também é conhecido como Pedra Rachada.
Nos dias de Domingo, é possível fazer voo duplo com um instrutor. 
Para acessar o topo da Pedra Grande são 3 opções, sendo que uma delas é por uma trilha (pela trilha são 3 opções também).

15 de janeiro de 2009

Praias desertas de Ubatuba/SP - Praias da Figueira, Ponta Aguda, Mansa e da Lagoa - Roteiro com dicas

No verão é a melhor época para visitar as praias e no início de Janeiro fui conhecer algumas de acesso difícil e pouco conhecidas em Ubatuba.
As praias são a da Figueira, Ponta Aguda, Mansa e da Lagoa.
Não ficamos vários dias, porque o tempo não ajudou muito.
Enquanto em Sampa fazia Sol de 40º C, lá em Ubachuva chovia quase todo final de tarde.


Foto ao lado: rio desaguando na deserta Praia da Lagoa


Fotos dessas praias: clique aqui


Atualizado Abril/2026

Um item obrigatório para essas praias é o repelente. Todas elas estão repletas de borrachudos.

Estacionamento próximo da praia
Acesso: 
Vindo de Caraguá, assim que passar o acesso à praia da Tabatinga e chegar no portal de entrada de Ubatuba, existe uma rua que sai bem ao lado (em frente ao Supermercado Prime). É só seguir por ela, subindo e no final dela virar a direita. 
Neste link: clique aqui.
Cheia de buracos, a rua asfaltada vai seguindo com algumas casas do lado direito e mata do lado esquerdo. 
São + - 5 minutos de carro até uma bifurcação (aqui termina o asfalto). 
Pegue a estrada de terra à esquerda, toda de cascalho, que vai subindo pela mata fechada. Existem algumas placas indicando essas praias.
Inicialmente vai ser uma subida bem íngreme por uma estrada precária e depois de atravessar um morro, a estrada inicia uma sequência de descidas, passando por uma bifurcação à direita que leva até a Praia da Figueira (se quiser ir nessa praia, o ideal é deixar o carro uns 100 metros à frente em um local descampado, junto da estrada). Abaixo a relação das praias visitadas:

31 de julho de 2008

Travessia da Serra Fina de sul a norte pela trilha do Rio Claro - Relato da caminhada com algumas dicas

Este é um relato detalhado da trip que chegou ao topo da Pedra da Mina, cruzando a Serra Fina de sul a norte, tendo iniciado a caminhada na cidade paulista de Queluz e seguindo pela margem do Rio Claro por trechos de escalaminhadas até chegar próximo à sua nascente, que é a base da Pedra da Mina, para depois descer do outro lado pela Trilha do Paiolinho. 
Iniciamos na Fazenda Jaboticabal, onde atualmente é a sede de uma RPPN, levando 4 dias para chegar no topo e depois mais 1 dia para descer na direção de Passa Quatro.
Estávamos em 4 pessoas, mas logo no segundo dia tivemos um pequeno acidente e com isso a primeira desistência.
Era a minha terceira vez na Serra Fina. 
Na primeira vez fiz a travessia tradicional, da Toca do Lobo até o Sítio do Pierre, mas por causa do tempo ruim levei 6 dias para completá-la - relato aqui.
Já na segunda vez estava fazenda a Transmantiqueira (Marins-Itaguaré, Serra Fina e Serra Negra todas juntas) em um total de 9 dias - relato aqui.



Na foto acima, pode-se ver uma das inúmeras piscinas naturais ao longo da subida pelo Rio Claro.  

Fotos: clique aqui


Antes de iniciar o relato, quero deixar um aviso muito importante para quem tinha a intenção de fazer essa caminhada.

Por causa da estupidez e idiotice de uma ou algumas pessoas que tentaram fazer essa trilha de forma clandestina, sem solicitar a permissão do proprietário da Fazenda, hoje em dia o acesso a ela está totalmente proibido e infelizmente não se pode mais fazer essa trilha. 
Lamentável, porque seria uma travessia de serra das mais difíceis do país.


# Preparativos 

Tudo começou com o Carlos Lessa, mais conhecido com Cela (montanhista do UNICERJ) quando me enviou e-mails convidando para fazermos essa travessia subindo pelo Rio Claro. 
Ele até tentou ligar em um telefone que pertencia ao dono da Fazenda, que fica em Queluz/SP, onde se inicia a trilha, mas em vão. 
E com isso passou a época de inverno e deixamos para lá, mas ali a ideia dele foi plantada.
E novamente voltamos a falar sobre essa travessia um tempo depois e em Abril eu consegui o telefone do proprietário.
Liguei algumas vezes para o escritório e consegui falar com ele, explicando nossa intenção de subir a trilha do Rio Claro, mas ele sempre dizia que a trilha estava muito fechada e que já tinha havido problemas com pessoas que tentavam fazer essa trilha - em um relato postado no antigo site loucos de pedra, comentavam que já tinham tentado por 7x a subida dessa trilha, mas em vão.
Argumentei com ele que o grupo era só de três pessoas e que já tínhamos feito algumas travessias pesadas, mas a cada momento que eu ligava para ele, percebia que a autorização ia ser difícil conseguir.
No começo de Junho comentei com o Cela sobre essas dificuldades da trilha.
Uma pessoa do grupo disse que tinha conseguido a trilha plotada em uma carta topográfica de 1:10.000. Não pensei 2x e voltei a ligar novamente e comentei com ele sobre isso e daí em diante até se mostrou favorável, mas surgiu um outro problema: ele queria nos conhecer pessoalmente e também que assinássemos um Termo de Responsabilidade, o que seria uma dificuldade para nós, pois não era fácil reunir o grupo e se mandar para Guaratinguetá, onde ele morava.
Propusemos a ele então que assinássemos esse Termo quando estivéssemos passando pela Fazenda, o que ele aceitou. 
Mas aí surgiu outro problema: o Cela não estava respondendo os e-mails há vários dias e isso nos deixou preocupados quanto a sua confirmação na trip.
Depois de ligar no seu celular fui saber que ele estava no RS à trabalho. 
Comentei que os planos de subir a Pedra da Mina pela trilha do Rio Claro já estava quase tudo pronto e que estávamos planejando a travessia para Julho devido a disponibilidade de datas minha e do Jorge.
O problema é que ele só estaria disponível depois de Agosto e com isso antes de iniciar a caminhada, já tínhamos a primeira baixa. 
Outra mudança de data, de Julho para Agosto e agora éramos só eu e o Jorge, mas ele prevendo isso já tinha convidado o Ricardo (outro trilheiro experiente que tínhamos feito a Transmantiqueira juntos e um outro amigo dele. 
Já sabendo da extrema dificuldade que encontraríamos nessa caminhada, eu e o Jorge levamos cartas topográficas da região em diversas escalas que cobriam toda a trilha até o topo da Pedra da Mina.
Nossa intenção era descer pela Trilha do Paiolinho e um irmão do Ricardo nos resgataria lá na Fazenda Serra Fina.
A Trilha do Paiolinho nenhum de nós tinha feito, mas iríamos descer por lá mesmo. 
Nos últimos dias acertamos de entregar diretamente na Fazenda os Termos de Responsabilidade assinados e a data ficou marcada para o final de Agosto. 

# 1º dia

Entrada da Fazenda
Saímos de Sampa na Quinta pela manhã para encontrar o Ricardo na Rodoviária de Queluz, mas por um atraso no planejamento, só saímos do Terminal Tietê às 09:00 hrs em direção à Resende/RJ, chegando em Queluz às 12h30min e nessa cidade pegamos um táxi em direção à Fazenda, onde chegamos às 13h20min. 
De carona
Aqui entregamos nossos Termos de Responsabilidade assinados para uma pessoa que cuidava da Fazenda e logo que iríamos iniciar a subida em direção a trilha, um caminhão entrou na Fazenda para fazer o mesmo percurso que a gente e com isso ganhamos uma carona que nos economizou cerca de 7 Km de subida íngreme pela estrada, nos deixando a cerca de 30 minutos do início da trilha.

21 de julho de 2008

Campos do Jordão/SP - Roteiros e dicas para curtir a cidade no inverno

Sempre que posso nas minhas férias de Julho vou curtir o frio de Campos do Jordão para fazer algumas caminhadas e conhecer lugares novos e se der, assistir ao Festival de Inverno. 
Eu e a Márcia saímos sempre pela manhã da Pousada e retornávamos à noite.
O roteiro abaixo eu elaborei de acordo com o que fizemos lá. 
Faltaram mais coisas para conhecer, mas fica para outra oportunidade.


Na foto acima, o centro do Capivari visto do Morro do Elefante



Fotos: clique aqui


Atualizado Abril/2026


Só lamentamos de quase não termos visto os concertos do Festival de Inverno, pois a maioria estava com os ingressos esgotados, alguns dias antes.  
Obrigatório comprar com antecedência. 
Alguns shows são realizados na praça principal do Parque do Capivari e são de graça.
A cidade é relativamente cara, mas não precisamos gastar nada em nenhum dos passeios, com exceção do Horto Florestal. 
7ºC a noite no Capivari
O roteiro foi:
1º dia: Pico do Diamante e Pico do Itapeva e alguns lagos próximos ao Pico do Diamante.
2º dia: Trilhas no Horto Florestal (PE Campos do Jordão).
3º dia: Bauzinho e Pedra do Baú.
4º dia: Gruta dos Crioulos, Pico do Imbiri e região, Cachoeiras e Corredeiras do Rio Fojo.
5º dia: Mirante do Lageado, região próxima ao Hotel Toriba e Amantikir Garden.