Então resolvi escrever esse relato com algumas dicas que podem servir como um guia do que ver e aproveitar nessa pequena Vila do litoral sul de SP.
Por ter pego esses 3 dias de folga em cima da hora tive que ir correndo atrás de algumas informações na Internet e como não sabíamos se havia ônibus de Peruíbe para a Vila de Barra do Una, resolvemos ir de carro.
Por ter pego esses 3 dias de folga em cima da hora tive que ir correndo atrás de algumas informações na Internet e como não sabíamos se havia ônibus de Peruíbe para a Vila de Barra do Una, resolvemos ir de carro.
Fizemos caminhadas por praias desertas, poções e algumas cachoeiras próximas visitando todas as praias próximas da Vila, Cachoeira do Paraíso e os poções no Rio Perequê.
Levei também um bote inflável e remei por alguns trechos do Rio Una.
Foto acima, praia da Vila de Barra do Una com a Serra da Juréia ao fundo
Fotos + croquis para se chegar lá: clique aqui
Tracklog para GPS com as cachoeiras: clique aqui
Numa noite de quinta feira arrumamos nossas mochilas na maior correria, porque pretendíamos sair bem cedo.
Na Sexta de manhã por volta das 06:00 hrs seguimos de Sampa em direção ao litoral.
Pela Imigrantes o trânsito estava bastante tranquilo e chegamos ao final da descida da Serra por volta das 07:00 hrs, mas ainda tínhamos um longo caminho pela Rodovia Padre Manoel da Nóbrega até Peruíbe, ultima cidade litorânea acessível por essa Rodovia, sentido sul.
A estrada também estava tranquila e chegamos em Peruíbe por volta das 08:00 hrs.
Tínhamos uma informação de que a Estrada do Guaraú (que leva até Barra do Una) saia próximo do centro da cidade e lá fomos nós procurá-la.
Seguindo algumas placas, não tivemos problemas para encontrar a estrada asfaltada, que inicialmente sobe o Morro do Guaraú com sinuosas curvas para chegar na Praia do Guaraú cerca de 20 minutos depois.
Fotos + croquis para se chegar lá: clique aqui
Tracklog para GPS com as cachoeiras: clique aqui
Numa noite de quinta feira arrumamos nossas mochilas na maior correria, porque pretendíamos sair bem cedo.
Na Sexta de manhã por volta das 06:00 hrs seguimos de Sampa em direção ao litoral.
Pela Imigrantes o trânsito estava bastante tranquilo e chegamos ao final da descida da Serra por volta das 07:00 hrs, mas ainda tínhamos um longo caminho pela Rodovia Padre Manoel da Nóbrega até Peruíbe, ultima cidade litorânea acessível por essa Rodovia, sentido sul.
A estrada também estava tranquila e chegamos em Peruíbe por volta das 08:00 hrs.
Tínhamos uma informação de que a Estrada do Guaraú (que leva até Barra do Una) saia próximo do centro da cidade e lá fomos nós procurá-la.
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| Praia do Guaraú |
A praia é bem extensa e do lado direito deságua um rio. Próximo da praia existem algumas ilhas, acessíveis por escunas, mas nosso destino ainda estava a uns 23 Km adiante, por estrada de terra precária e muita lama – é a continuação da Estrada do Guaraú.
Ao sairmos da Praia notamos que existe um circular que sai de Peruíbe até Barra do Una, conhecido como Poeirinha.
Saindo da Praia do Guaraú é bem fácil encontrar a estrada para Barra do Una.
Como tinha chovido em dias anteriores, a estrada estava um lamaçal e torcíamos para que nosso carro não ficasse atolado em algum lugar.
Tinha bastante lama, mas os buracos eram poucos; pelo menos nos primeiros quilômetros.
Cerca de 2 Km de estrada e junto a ponte sobre o Rio Perequê existe uma bifurcação para à direita e que leva a algumas cachoeiras e poções rio acima, mas passamos direto.
Daqui para frente a estrada começa a piorar e em vários momentos o carro raspava no solo, por isso é sempre bom levar o mínimo de peso, a não ser que você venha em um 4x4. Mais 10 Km e chegamos a uma outra bifurcação (ao lado de um quiosque) que leva à Cachoeira do Paraíso.
| Entrada do Parque |
Como tinha chovido em dias anteriores, a estrada estava um lamaçal e torcíamos para que nosso carro não ficasse atolado em algum lugar.
Tinha bastante lama, mas os buracos eram poucos; pelo menos nos primeiros quilômetros.
Cerca de 2 Km de estrada e junto a ponte sobre o Rio Perequê existe uma bifurcação para à direita e que leva a algumas cachoeiras e poções rio acima, mas passamos direto.
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| Praia de Caramborê |
Nessa bifurcação existe uma placa indicando 10 Km até Barra do Una. A partir daqui é um sobe/desce com inúmeros buracos. Paramos no acesso a um Camping da Praia de Caramborê, para apreciar a praia ao fundo e fomos chegar em Barra do Una por volta das 09h30min.
Agora era procurar um camping para ficar. O primeiro que encontramos não tão cheio era o Novo Horizonte, que ficava de frente para a praia e parecia ser um bom local.
Depois de tirar nossas coisas do carro e montar a barraca, resolvemos ir para a praia se refrescar na água, pois o Sol estava muito forte. De qualquer ponto da praia avista-se o Maciço da Juréia à direita, onde o acesso não é permitido. É um local onde 5 ecossistemas se encontram: duna, várzea, manguezal, restinga e mata atlântica, por isso a proibição.
O maciço é interessante, pois se emerge no meio de uma planície com alguns rios e seus meandros. O maciço pertence a Estação Ecológica Juréia-Itatins e é separado pelo Rio Una, que tem sua foz bem no lado direito dessa praia. Para a esquerda segue em direção aos costões rochosos e outras duas praias com acesso por trilha: Caramboré e Deserta.
Nesse ponto do costão saí pela mata à procura de bambu ou algum tronco de madeira que servisse para fixar as pás dos remos, já que no dia seguinte iria usar no bote em um passeio pelo Rio Una.
A passagem pelo costão é tranquila e em 15 minutos chega-se a Praia do Caramborê.
É um pouco extensa e bem menos frequentada que a do Una. Ondas fortes, alguns pequenos riachos, areia branca e o Camping MM (Maria Prata), localizado entre a vegetação e um pouco longe das areias da praia.
Cruzando a praia e seguindo por uma trilha na mata, em 20 minutos chega-se na Praia Deserta.
Deserta literalmente, pois não encontramos uma vivalma.
A praia possui ondas bem fortes, com areia branca e fofa. Têm dois pequenos riachos nas laterais da praia e oferece um certo perigo, pois em um eventual afogamento ninguém para ajudar.
Outro problema são os borrachudos. Encontramos nas 3 praias, mas na Praia Deserta a quantidade era muito maior.
A próxima praia é a do Juquiazinho, mas essa exige autorização do Parque Estadual do Itinguçu e o acesso é pela estrada que segue de volta à Peruíbe.
Ficamos ainda um certo tempo na Praia Deserta, mas logo retornamos. Ao passarmos pelos costões da Praia do Una ficamos por um bom tempo admirando a vista.
Antes do Sol se pôr, voltamos para o camping tomar um banho e comer alguma coisa.
É um camping até que bem estruturado, com chuveiros quentes, banheiros limpos, pia para lavar louças e até uma churrasqueira, mas bem ao lado de nossa barraca tinha uma família em uma picape que mantinha o som no volume máximo.
| Chegando em Barra do Una |
O maciço é interessante, pois se emerge no meio de uma planície com alguns rios e seus meandros. O maciço pertence a Estação Ecológica Juréia-Itatins e é separado pelo Rio Una, que tem sua foz bem no lado direito dessa praia. Para a esquerda segue em direção aos costões rochosos e outras duas praias com acesso por trilha: Caramboré e Deserta.
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| Costão |
A passagem pelo costão é tranquila e em 15 minutos chega-se a Praia do Caramborê.
É um pouco extensa e bem menos frequentada que a do Una. Ondas fortes, alguns pequenos riachos, areia branca e o Camping MM (Maria Prata), localizado entre a vegetação e um pouco longe das areias da praia.
Cruzando a praia e seguindo por uma trilha na mata, em 20 minutos chega-se na Praia Deserta.
| Praia Deserta |
A praia possui ondas bem fortes, com areia branca e fofa. Têm dois pequenos riachos nas laterais da praia e oferece um certo perigo, pois em um eventual afogamento ninguém para ajudar.
Outro problema são os borrachudos. Encontramos nas 3 praias, mas na Praia Deserta a quantidade era muito maior.
A próxima praia é a do Juquiazinho, mas essa exige autorização do Parque Estadual do Itinguçu e o acesso é pela estrada que segue de volta à Peruíbe.
Ficamos ainda um certo tempo na Praia Deserta, mas logo retornamos. Ao passarmos pelos costões da Praia do Una ficamos por um bom tempo admirando a vista.
Antes do Sol se pôr, voltamos para o camping tomar um banho e comer alguma coisa.
É um camping até que bem estruturado, com chuveiros quentes, banheiros limpos, pia para lavar louças e até uma churrasqueira, mas bem ao lado de nossa barraca tinha uma família em uma picape que mantinha o som no volume máximo.
E o repertório era bem variado: MPB, axé, samba, rap. Pelo menos durante a noite eles desligaram o som.
Depois de um jantar básico, fomos ainda passear pela vila, que se restringe a rua principal e a avenida da praia, onde estão a maioria dos campings, além de 2 ou 3 ruas transversais. Como é de praxe, todo camping possui um barzinho e o camping onde ficamos também tinha um, além de possuir algumas suítes.
Como era Lua cheia, o passeio nem precisou de lanterna. Paramos em um bar para tomar uma batida e fomos procurar o local ideal para colocar o bote no rio, pois o dia seguinte ia ser para remar pelo Rio Una. Naquela noite resolvemos dormir cedo, pois estávamos cansados da viagem e das caminhadas pelas praias da região. O dia seguinte prometia.
No Sábado de manhã acordamos com um Sol muito forte, que era o ideal para remar. Tomamos um café da manhã bem reforçado no próprio camping e saímos com o bote inflado na direção ao rio.
Bote na água e lá vamos nós. Naquela hora a maré estava um pouco baixa, por isso dava para ver toda a região de mangue que é alagada na maré alta.
Seguimos em direção a foz do rio, mas devido a força da água do mar ser mais forte e estávamos remando contra a maré, não foi fácil. Demos uma parada em uma pequena praia perto da foz do rio e ali ficamos por algumas horas.
Era deserta, mas do outro lado do rio estava a Praia do Una com todo o pessoal tomando Sol e se banhando.
Conforme foi entardecendo a maré subia mais e mais. Logo já não tinha mais areia para ficarmos.
De vez em quando passava algum barco a motor de pescador. Já com a maré alta e a correnteza a favor, aproveitamos para voltar à vila, mas nem foi preciso fazer muito esforço, pois éramos levados pela correnteza.
Usávamos de vez em quando o remo como leme para manter a trajetória e logo chegamos na vila.
Próximos de onde saímos da água notamos um outro braço do rio Una, que circunda uma pequena ilha com vários meandros, mas isso fica para uma outra viagem.
Fomos direto para o camping e depois almoçar.
O camping possui um bar/restaurante.
Depois de um jantar básico, fomos ainda passear pela vila, que se restringe a rua principal e a avenida da praia, onde estão a maioria dos campings, além de 2 ou 3 ruas transversais. Como é de praxe, todo camping possui um barzinho e o camping onde ficamos também tinha um, além de possuir algumas suítes.
Como era Lua cheia, o passeio nem precisou de lanterna. Paramos em um bar para tomar uma batida e fomos procurar o local ideal para colocar o bote no rio, pois o dia seguinte ia ser para remar pelo Rio Una. Naquela noite resolvemos dormir cedo, pois estávamos cansados da viagem e das caminhadas pelas praias da região. O dia seguinte prometia.
| Remando no Rio Una |
Bote na água e lá vamos nós. Naquela hora a maré estava um pouco baixa, por isso dava para ver toda a região de mangue que é alagada na maré alta.
Seguimos em direção a foz do rio, mas devido a força da água do mar ser mais forte e estávamos remando contra a maré, não foi fácil. Demos uma parada em uma pequena praia perto da foz do rio e ali ficamos por algumas horas.
| Descansando |
Conforme foi entardecendo a maré subia mais e mais. Logo já não tinha mais areia para ficarmos.
De vez em quando passava algum barco a motor de pescador. Já com a maré alta e a correnteza a favor, aproveitamos para voltar à vila, mas nem foi preciso fazer muito esforço, pois éramos levados pela correnteza.
Usávamos de vez em quando o remo como leme para manter a trajetória e logo chegamos na vila.
Próximos de onde saímos da água notamos um outro braço do rio Una, que circunda uma pequena ilha com vários meandros, mas isso fica para uma outra viagem.
Fomos direto para o camping e depois almoçar.
O camping possui um bar/restaurante.
A refeição inclui arroz, feijão, salada e peixe. Comida boa e barata. E como já era final de tarde, a refeição serviu como almoço e jantar.
Durante a noite, como ainda era Lua cheia, resolvemos ir até a foz do rio pela avenida da praia, que passa por algumas residências. A maré estava bem baixa, proporcionando uma visão bem legal de toda a foz do rio e as praias ao redor, formadas pelo acúmulo de areia. Talvez até dava para passar para o lado proibido da Estação Ecológica, mas só avançamos um pouco em direção ao mar, onde existiam alguns pequenos lagos que apareciam por causa da maré baixa. A praia estava praticamente deserta naquela noite, apenas sendo iluminada pela imensa Lua cheia. Uma bela visão poética.
Voltamos ao camping para dormir, porque o dia seguinte era o último dia e pretendíamos conhecer todas as cachoeiras da região.
Domingo de manhã acordamos por volta das 08:00 hrs e notamos que várias pessoas do camping já estavam arrumando as coisas para irem embora.
Barracas desmontadas, agora seguíamos para a Cachoeira do Paraíso. O acesso até lá é retornando uns 10 Km, sentido Peruíbe e tomando uma bifurcação para esquerda que segue por uma estrada de terra de uns 5 Km até a cachoeira.
Na entrada da trilha existem monitores ambientais do Instituto Florestal que podem ser úteis para quem não conhece nada sobre a região. A cachoeira, na verdade é um tobogã de uns 10 metros de altura, que deságua em um imenso poço. No local sempre fica um salva-vidas para um eventual problema.
O tobogã é muito liso e quase no final possui uma pequena rampa (até arrisquei algumas descidas).
Depois de escorregar diversas vezes no tobogã e mergulho no poção seguimos para os quiosques, onde comemos alguma coisa. Agora era retornar até o Rio Perequê para conhecer outras cachoeiras e poções.
Voltamos pela estrada de acesso a Peruíbe e ainda rodamos mais uns 2 Km até chegar na ponte sobre o Rio Perequê.
Aqui é um bom local para estacionamento e se banhar na piscina natural do rio ao lado, mas resolvemos atravessar a ponte e seguir por uma estrada bem fechada que leva a outras cachoeiras rio acima.
Durante a noite, como ainda era Lua cheia, resolvemos ir até a foz do rio pela avenida da praia, que passa por algumas residências. A maré estava bem baixa, proporcionando uma visão bem legal de toda a foz do rio e as praias ao redor, formadas pelo acúmulo de areia. Talvez até dava para passar para o lado proibido da Estação Ecológica, mas só avançamos um pouco em direção ao mar, onde existiam alguns pequenos lagos que apareciam por causa da maré baixa. A praia estava praticamente deserta naquela noite, apenas sendo iluminada pela imensa Lua cheia. Uma bela visão poética.
Voltamos ao camping para dormir, porque o dia seguinte era o último dia e pretendíamos conhecer todas as cachoeiras da região.
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| Cachoeira do Paraíso |
Barracas desmontadas, agora seguíamos para a Cachoeira do Paraíso. O acesso até lá é retornando uns 10 Km, sentido Peruíbe e tomando uma bifurcação para esquerda que segue por uma estrada de terra de uns 5 Km até a cachoeira.
| Tobogã na Cachoeira do Paraíso |
O tobogã é muito liso e quase no final possui uma pequena rampa (até arrisquei algumas descidas).
Depois de escorregar diversas vezes no tobogã e mergulho no poção seguimos para os quiosques, onde comemos alguma coisa. Agora era retornar até o Rio Perequê para conhecer outras cachoeiras e poções.
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| Poções no Rio Perequê |
Aqui é um bom local para estacionamento e se banhar na piscina natural do rio ao lado, mas resolvemos atravessar a ponte e seguir por uma estrada bem fechada que leva a outras cachoeiras rio acima.
A estrada termina próximo de um bar e aqui tem início a algumas trilhas, que levam à várias cachoeiras e poções.
Seguimos pela trilha mais demarcada que segue por entre dois rios por uns 20 minutos chegamos a uma bela cachoeira com um imenso poção.
O poção é bem fundo e creio que uns 5 metros ou mais de profundidade. Ficamos por um tempo tomando Sol nas pedras ao lado do poção e logo retornamos.
Na volta entramos em algumas bifurcações que nos levaram a um outro poção e outra cachoeira (são muitas trilhas e todas elas levam a alguma), mas não ficamos muito tempo.
Pouco depois das 14:00 hrs resolvemos voltar para Peruíbe e ainda paramos um certo tempo na Praia do Guaraú. Saímos de Peruíbe por volta das 16:00 hrs e seguimos pela Rodovia, mas assim que chegamos na altura da Praia Grande o trânsito na rodovia parou completamente e como não tínhamos pretensão de passar o resto da tarde na Rodovia, seguimos pela Avenida Beira-mar da Praia Grande. Pelo menos evitamos o trânsito da Rodovia.
Paramos ainda em um quiosque da praia para apreciar o Por do Sol e depois seguimos pela Imigrantes, que apresentava um pequeno trânsito em direção a Sampa.
Algumas dicas e informações úteis (Atualizado Abril/2026)
# Remar pelo Rio Una é um passeio imperdível. Se puder leve um bote inflável ou um caiaque.
# Repelente é um item obrigatório. As praias, cachoeiras e poções estão repletas de pernilongos e borrachudos.
# O acesso à Praia do Juquiazinho requer autorização do Parque Itinguçu.
Seguimos pela trilha mais demarcada que segue por entre dois rios por uns 20 minutos chegamos a uma bela cachoeira com um imenso poção.
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| Enorme poção |
Na volta entramos em algumas bifurcações que nos levaram a um outro poção e outra cachoeira (são muitas trilhas e todas elas levam a alguma), mas não ficamos muito tempo.
Pouco depois das 14:00 hrs resolvemos voltar para Peruíbe e ainda paramos um certo tempo na Praia do Guaraú. Saímos de Peruíbe por volta das 16:00 hrs e seguimos pela Rodovia, mas assim que chegamos na altura da Praia Grande o trânsito na rodovia parou completamente e como não tínhamos pretensão de passar o resto da tarde na Rodovia, seguimos pela Avenida Beira-mar da Praia Grande. Pelo menos evitamos o trânsito da Rodovia.
Paramos ainda em um quiosque da praia para apreciar o Por do Sol e depois seguimos pela Imigrantes, que apresentava um pequeno trânsito em direção a Sampa.
Algumas dicas e informações úteis (Atualizado Abril/2026)
# Horários do circular que sai ao lado da Rodoviária de Peruíbe
para Barra da Una.
# Em Barra do Una são inúmeros campings junto da praia e se quiser
um certo conforto, existem também algumas pousadas.
# Remar pelo Rio Una é um passeio imperdível. Se puder leve um bote inflável ou um caiaque.
# Repelente é um item obrigatório. As praias, cachoeiras e poções estão repletas de pernilongos e borrachudos.
# Acesso à Estação Ecologica Juréia-Itatins se dá cruzando o Rio Una, porém exige-se autorização para as trilhas.
# O acesso à Praia do Juquiazinho requer autorização do Parque Itinguçu.
# Acesso à Cachoeira do Paraíso é gratuito, mas existem algumas regras e restrições:






Ainda funcionando esse blog???
ResponderExcluirBlog funciona normalmente. Só o relato que é antigo.
ResponderExcluirCara, show esse blog! Parabéns!
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