Há muito tempo que venho tentando finalizar algumas travessias ou trilhas nos principais Parques Nacionais e sempre nas minhas férias tento incluir algum Parque na minha lista.
E dessa vez escolhi a Chapada dos Veadeiros e por vários motivos:
- a região é repleta de cachoeiras e de todos os tipos, então teria muitas opções, além das que existem no Parque Nacional.
- outro motivo foi a concessão do Parque a uma empresa privada anos atrás e saber que melhorou muito a infraestrutura e o acolhimento aos visitantes, além deles não obrigarem a contratar monitores para as trilhas, pois todas elas são auto guiadas e muito bem sinalizadas com setas pintadas em pedras e totens, permitindo caminhar pelas trilhas até durante a noite - e o Parque explora isso também.
- o Parque Nacional está relacionado numa lista entre os melhores do mundo e o primeiro no país para viagens ao ar livre por vários anos seguidos.
- e a logística para chegar no Parque da Chapada dos Veadeiros é bem tranquila passando por Brasília, cujo acesso é facilitado por inúmeros voos de todas as cias aéreas.
Definido o lugar das minhas férias, até tentei visitar o lugar no final de 2024, mas na época de Verão o Parque proíbe a Travessia das Sete Quedas que eu queria fazer, devido aos riscos de trombas d'água no Rio Preto, dificultando ou até impedindo que se cruze ele em certos trechos.
Meu planejamento era visitar o Parque em 5 dias, sendo que nos 2 primeiros iria entrar e sair no mesmo dia, fazendo as trilhas dos Saltos num dia e dos Cânions em outro dia.
E nos outros 3 dias a intenção era fazer a Travessia das Sete Quedas, pernoitando por 2 noites na área de Camping oficial do Parque.
Com alguns meses de antecedência, adquiri as passagens aéreas São Paulo-Brasília por bons preços e com 1 semana antes da viagem comprei também as passagens de ônibus Brasília-Alto Paraiso de Goiás, cidade essa onde está localizado o Parque Nacional.
Nessa postagem vou relacionar informações, relato detalhado e a experiência dos primeiros 2 dias no Parque e em outra postagem coloco os detalhes da Travessia das Sete Quedas feita em 3 dias.
Fotos acima de poções, cachoeiras e cânions ao longo do Rio Preto no interior do Parque Nacional
Fotos da Trilha dos Saltos: clique aqui
Fotos da Trilha dos Cânions: clique aqui
Tracklog da Trilha dos Saltos: clique aqui
Tracklog da Trilha dos Cânions: clique aqui
Localizada no cerrado, a Chapada dos Veadeiros é repleta de cachoeiras, cânions e poços em meio à rios de águas transparentes.
A região é muito famosa pelos cristais, pois está localizada sobre uma imensa placa de quartzo e segundo os místicos, esse mineral emana uma energia positiva, que é vista como propícia para meditação e o autoconhecimento, levando diversos grupos espirituais a se deslocarem para o lugar.
E claro, surgem muitos relatos de avistamento de ovnis nas conversas com os locais.
Porém eu estava indo para lá somente para fazer caminhadas. Nada de autoconhecimento ou meditação.
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| E.T. na Vila de São Jorge |
Os principais pontos turísticos da Chapada estão no interior do Parque Nacional e também em propriedades particulares, onde é cobrado acesso em ambos e a principal cidade é Alto Paraiso de Goiás, juntamente com a Vila de São Jorge.
Porém para se chegar nas cachoeiras, poços e outras atrações fora do circuito do Parque Nacional a logística é complicada, exigindo o uso de veículos.
Mas como minha intenção era somente visitar o Parque, a locação de um veículo era desnecessária.
E também o fato de que a Vila de São Jorge (onde ficaria hospedado) está a cerca de 20 minutos de caminhada até a Portaria do Parque.
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| Saída da Vila de São Jorge |
O Parque foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO e atualmente está sob concessão da empresa Parquetur que cobra ingresso para visitação e também para uso do Camping Sete Quedas, para quem for realizar a travessia.
Melhor época para visitar o Parque Nacional
Se quiser fazer a Travessia das Sete Quedas, o Parque não permite que se faça no Verão e a melhor época é de Maio até Setembro.
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| Rio Preto |
Já se não pretende fazer essa travessia e quiser visitar somente as cachoeiras quando estão muito cheias, a melhor época é o Verão.
E além do Parque tem as atrações nas propriedades particulares e nesse caso o ideal é fazer o circuito de carro alugado ou veículo próprio porque são inúmeras estradas de terra e não há transporte público que passe por esses locais turísticos.
Um aplicativo muito bom para usar nesses deslocamentos é o wikiloc.
Logística para chegar no Parque Nacional
Ao desembarcar no Aeroporto de Brasília a opção em direção à Alto Paraíso de Goiás era o ônibus saindo da Rodoviária Interestadual.
Porém os horários são bem ingratos, saindo somente à noite.
A Rodoviária Interestadual de Brasília é bem próxima do Aeroporto e dá para chegar lá de Uber (trajeto de uns 15 minutos) ou transporte público usando o ônibus circular do Aeroporto até a Estação Asa Sul do Metrô e lá embarcando em direção à Estação Shopping, com a Rodoviária localizada ao lado.
Sem muitas opções de restaurantes na Rodoviária, tive que me contentar com um lanche no Bobs.
O ônibus da Viação Guanabara saiu com um pouco de atraso – quase 19h30min e no trajeto ele também parou por cerca de 30 minutos em um restaurante na estrada, chegando em Alto Paraíso quase às 23h30min.
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| Rodoviária de Alto Paraiso de Goiás |
Pousada confortável e fui dormir depois de um belo banho.
No dia seguinte acordei por volta das 07:00 hrs e já com a mochila pronta e sem encontrar ninguém, mandei mensagem para a proprietária dizendo que estava saindo da pousada.
O café da manhã foi numa padaria em frente à Rodoviária sem muita opção e um pouco cara.
Tinha a opção do Blablacar, que é um tipo de carona paga, mas com motoristas oferecendo lugares somente durante a tarde.
Outra opção é uma linha de ônibus, mas com horário somente no final da tarde, então tive que eliminar essas 2 opções, pois minha intenção era chegar no Parque e ainda ainda fazer uma das trilhas naquele mesmo dia.
E como era muito cedo ainda - 09h30min - segui para o trevo da cidade, em frente ao Portal que se assemelha a um Disco Voador.
Ali tem um ponto de ônibus que também serve de parada para carona solidária.
E tome polegar estendido para todo carro que passava, mas os minutos passavam e ninguém parava. Outras pessoas também chegaram e só fui conseguir carona uns 40 minutos depois com um motorista de um Ecosport, que mora na Vila de São Jorge – o carro lotou e mesmo assim algumas pessoas ficaram de fora.
Trajeto de uns 30 minutos e engraçado que a maioria dos veículos que passavam ninguém oferecia carona – nas minhas caminhadas por Minas Gerais era bem mais fácil conseguir.
No final desse relato coloco as opções de transporte.
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| Ruas da Vila |
1º dia - Trilha dos Saltos, Carrossel e Corredeiras (Trilha amarela)
Ela possui 11 Km de extensão entre ida e volta e segundo o Parque é considerada de nível moderado, mas eu achei bem tranquila. Só um pouco cansativa devido a extensão e trechos de subida no retorno.
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| Altimetria do Parque |
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| Lobo na sede |
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| Início das trilhas |
Com cerca de 10 minutos se inicia um trecho de declive por terreno acidentado até chegar na bifurcação, com pouco menos de 1 Km.
Para a direita é a Trilha dos Cânions e da Travessia das Sete Quedas. Já o meu caminho é continuar em frente, para esquerda.
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| Sinalização |
Na última bifurcação tem um Abrigo com assentos que é o ponto de parada da van para os que contrataram o transporte.
E daqui em diante o declive vai se acentuando cada vez mais, exigindo um pouco mais de cuidado até chegar no mirante dos Saltos do Rio Preto.
Foi uma caminhada de pouco mais de 1 hora, quase na totalidade de descida.
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| Cachoeira dos Saltos |
Só até aqui mesmo do mirante.
Seguindo pela trilha, continuo a descida passando ao lado de outro mirante até chegar ao leito do Rio Preto. Se quisesse seguir até o topo da cachoeira era só ir descendo o Rio, pulando enormes pedras, mas preferi seguir para a Cachoeira do Garimpão à direita.
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| Muita gente no Rio |
Aqui não tem muita opção para curtir o Rio. Ou era na água ou em cima das pedras.
Até tinha alguns pontos de areia na margem do Rio, mas estavam lotados.
A água é transparente, mas é bem fria e o pessoal só aproveitava o Sol.
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| Cachoeira do Garimpão |
Agora subir tudo o que eu tinha descido até chegar no Abrigo do transporte por van.
E lá segui na bifurcação para esquerda, na direção do mirante do Carrossel.
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| Poções e Cachoeiras |
Saindo do deck, vou seguindo por trilha acidentada em meio à mata ciliar, muitas pedras e alguns degraus até chegar no poção do Carrossel. Outra cachoeira e um lugar ótimo para banho.
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| Carrossel |
Não tem muitos lugares para aproveitar o Sol, mas para quem gosta de poções e uma hidromassagem na base da Cachoeira, essa é uma atração obrigatória.
Por volta das 16:00 hrs o lugar esvaziou e era hora de seguir para a última atração do dia, as corredeiras, um pouco mais acima.
Retornei alguns metros subindo pela trilha e numa bifurcação segui para esquerda, próximo ao Rio Preto até chegar nas corredeiras uns 15 minutos depois, que na verdade é só mais um trecho do Rio com uma pequena queda e uma piscina natural na base e outra no topo.
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| Corredeiras |
Até tem um pequeno trecho de areia junto da margem e as 2 piscinas naturais são bem tranquilas, sem correnteza, só mesmo alguns trechos rasos e outros mais fundos. Vi até familias com crianças mergulhando nessas piscinas.
Fiquei no lugar por cerca de 1 hora e quando o Sol começou a se pôr atrás das serras ao fundo, era hora de ir embora e às 17h15min fui um dos últimos a sair do lugar.
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| Saída do Rio |
Mais uns 20 minutos e estava de volta à Vila de São Jorge e num pequeno mercado comprei alguns alimentos para levar na caminhada do dia seguinte e aproveitei para jantar num restaurante próximo.
No Hostel, encontrei mais 2 pessoas que estavam fazendo um tour por cachoeiras da região e batemos um longo papo.
2º dia - Trilha dos Cânions I e II e Cachoeira das Cariocas (Trilha Vermelha)
Depois de um café da manhã numa lanchonete próxima do Hostel, que não foi barato, segui rumo ao Parque. Era meu segundo dia nas trilhas e dessa vez sem grandes aclives ou declives.
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| Saindo da sede do Parque |
A extensão dela tem cerca de 12 Km (ida e volta) e somente para as 2 atrações (Cachoeira + Cânion II), mas se sobrasse tempo incluiria também Cânion I, totalizando 14 Km.
Essa é uma trilha um pouco mais longa e quase toda ela no plano.
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| Direita na bifurcação |
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| Ponte Pênsil |
Passo pela bifurcação à direita que segue para a Travessia das Sete Quedas e depois numa das 2 bifurcações à esquerda, sigo rumo à Cachoeira.
O trecho final é descida por escadas em meio à muitas rochas até chegar na base da Cachoeira das Cariocas. O lugar possui vários poções de diferentes tamanhos e profundidades, onde dá para ficar mergulhando e tomando Sol nas pedras.
Até dá para chegar na queda pelas laterais ou nadando pelo poção.
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| Cachoeira das Cariocas |
O lugar não é muito cheio e dá para ficar nos poções mais fundos ou nos mais rasos, que estão localizados Rio abaixo.
Retornando para a trilha, agora sigo nas bifurcações que apontam Cânion II. Foram cerca de 1 Km passando primeiramente pelo desfiladeiro e com altura que deve ser de uns 20 metros.
É um local onde o Rio se afunila criando uma Cachoeira de uns 5 metros de altura para terminar num imenso poço bem profundo.
Para quem tem coragem, nas laterais do cânion, junto ao poço, é possível subir em algumas pedras e pular na água.
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| Cânion II |
E pelo horário vi que era possível chegar no Cânion I também e quando deu por volta das 15h10min voltei para a trilha.
Ao sair do poção me deparei com um fiscal do Parque e falei sobre minha intenção de seguir para Cânion I, me desaconselhando devido ao horário, mas segui assim mesmo.
Ele só perguntou meu nome, talvez pensando que eu voltaria depois do fechamento do Parque.
A trilha é tranquila, mas tive que voltar quase 1 Km até a bifurcação e depois segui na direção das Sete Quedas, que é a mesma trilha para o Cânion I.
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| Placa do Cânion I |
Aqui à direita é a trilha que segue para a Sete Quedas, mas sigo para esquerda na direção do Cânion I até chegar na margem do Rio Preto, que na verdade é somente um braço dele.
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| Pequenos poços |
Já eram quase 16:00 hrs e vou subindo o braço do Rio pela sua esquerda pulando pedras até chegar no início do Cânion I.
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| Início do Cânion I |
Ao longo desse desfiladeiro o Rio forma um pequeno poço, mas nem se compara ao do Cânion II.
Não consegui visualizar um poço maior no final do desfiladeiro e pode até ser que exista, mas está escondido pelos paredões.
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| Cânion I |
Depois segui para alguns pequenos poços rio acima bem rasos e quando o horário bateu 16h30min iniciei o retorno até a portaria.
Eu tinha 1h30min antes do Parque fechar e cheguei em cima da hora. Outro dia saindo do Parque já anoitecendo.
Segui para a Vila, jantando numa hamburgueria e depois passei num mercadinho para reabastecimento dos 3 próximos dias.
Comprei também um cartucho de gás TEKGAS para meu fogareiro na loja Senhor das Trilhas, nesse endereço (clique aqui) já que as empresas aéreas não permitem o embarque com esse tipo de gás, mesmo na mochila despachada.
Foram 2 dias de intensa caminhada pelas 2 trilhas e só tenho elogios ao Parque Nacional.
O dia seguinte prometia. Iria fazer a travessia das Sete Quedas com 2 pernoites no Camping oficial do Parque.
E para que essa postagem não fique muito longa, vou colocar o relato da travessia em outro post, nesse link:
Dicas e informações úteis (Atualizado Maio/2026)
# Ônibus Brasília – Alto Paraiso de Goiás
- Guanabara: www.viajeguanabara.com.br
- Opção mais barata: Blablacar que é um tipo de carona paga: www.blablacar.com.br
# Ônibus Alto Paraiso de Goiás – Vila de São Jorge
- Viação Reobote Leão de Judá – apenas 1 horário: 17h20min e retorno: 06h20min - clique aqui.
- Blablacar: www.blablacar.com.br
- Ponto de carona solidária – Local de embarque junto ao Portal da cidade.
- Comunidades de caronas no Facebook: Conexão Chapada e o Carona Solidária Chapada dos Veadeiros.
# Transfer Alto Paraíso de Goiás x Vila de São Jorge.
- Taxi Rosy: (62) 99845-7317
- Táxi Carrara: (62) 99980-9517
- Taxi Smith: (62) 99961-1425
- Taxi Antônio: (61) 99855-1921
Preços entre $100 a $150 Reais, dependendo do trajeto.
- Ou até o Blablacar: www.blablacar.com.br
# Taxas do Parque (Maio/2026):
- Ingresso: $49 Reais (inteira).
- Estacionamento: $35 Reais
- Transporte de van para Trilha dos Saltos: $35 Reais ida, $45 Reais volta).
# Hospedagem na Vila de São Jorge: Savana Hostel.
# Em qualquer emergência, o parque não possui serviço de resgate. É necessário acionar os Bombeiros.
# Obrigatório uso de protetor solar, repelente e também boné com abas para não sofrer com o Sol escaldante.
# Há sinal de telefonia celular em boa parte do Parque Nacional.
# Ao passar pela Portaria do Parque pegue água no bebedouro, apesar que a água do Rio Preto não é poluida e na Trilha dos Cânions existe uma nascente que cruza a trilha.
# O acesso ao Parque para quem pretende fazer as trilhas sem o uso de transporte em van é até as 12:00 hrs.
Já quem pretende contratar transporte de van o horário limite é até as 15:00 hrs.
# Quem não quiser fazer uso do estacionamento do Parque, que é pago, pode deixar o veiculo no início da estrada de terra que leva até a Portaria, ao sair da Vila. É seguro.
# Para essas caminhadas, o ideal é usar uma bota de trekking. Nos trechos próximos do Rio Preto são muitas pedras e terreno acidentado.
# Se puder leve uma mascara e snorkel para mergulhos nos vários poções ao longo do Rio Preto.
# Muito cuidado no topo dos cânions pois não existem proteções e o risco de queda é grande.
# Junto à sede do Parque tem uma lanchonete, que pode ser uma opção para os que não querem levar lanches para as trilhas.
# Em conversas com fiscais do Parque, disseram que estão abrindo uma trilha que irá ligar o Parque até Alto Paraiso de Goiás, seguindo próximo do Rio Preto.
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