Quando li uma noticia ao longo de 2025 de que a UNESCO reconheceu como Patrimônio Mundial Natural da Humanidade as cavernas do Parque Nacional do Peruaçu, decidi na hora colocar na minha lista de lugares para conhecer naquele ano ou em 2026.
Sempre gostei de cavernas e já tinha explorado algumas aqui em SP, nos Núcleos do PETAR (Parque Estadual do Alto Ribeira). Muitas são caminhadas por leitos de rios, outras exigem atravessar poções e pequenas cachoeiras; algumas são secas. Têm para todos os tipos de público e não é muito longe da cidade de São Paulo.
Já o Parque do Peruaçu está bem longe, no extremo norte de Minas Gerais, próximo da divisa com a Bahia.
Já sabia dele devido a ter a maior estalactite do mundo: a Perna da Bailarina, localizada na Gruta do Janelão, porém a logística para chegar lá não é fácil, já que são 1.200 Km saindo de São Paulo e pouca oferta de ônibus.
Na pesquisa das opções de logística encontrei poucos relatos com informações úteis e a maioria era de pessoas que contratavam agencias de Belo Horizonte (a cerca de 700 Km do Parque), porém os preços eram absurdamente altos, em torno de $5.000 Reais e as que ofereciam um valor mais baixo não contemplavam todas as atrações.
Por ser obrigatório o acompanhamento de um guia nos roteiros das cavernas, tive que contratar um e pelo que pude constatar eles não formam grupos, como ocorre no PETAR. Seria um guia exclusivo em todos os dias de visitação do Parque.
Sendo uma viagem muito longa, resolvi também acrescentar alguns dias a mais para conhecer outras atrações na região.
Nas fotos acima Gruta do Janelão e o Arco do André
As fotos em dividi nos 3 dias de visitação ao Parque:
1º dia - Circuito do Silú: Grutas do Carlucio, Caboclo e Rezar: clique aqui
2º dia - Circuito Arco do André: clique aqui
3º dia - Circuito do Janelão: clique aqui
4º dia – Passeio de barco pelo Rio São Francisco: clique aqui
Alguns vídeos: clique aqui
Tracklog para GPS do 1º dia: clique aqui
2º dia: clique aqui
3º dia: clique aqui
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| Mapa das trilhas |
Seu funcionamento é de Terça a Domingo das 08:00hrs às 18:00hrs, com entrada gratuita.
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| Centro de visitantes principal |
Além de abrigar 3 tipos de ecossistemas: cerrado, caatinga e mata atlântica, também existem cavernas com até 100 metros de altura repletas de estalactites, estalagmites, colunas, cortinas, travertinos, cogumelos, cânions com 200 metros de profundidade, dolinas, diferentes tipos de relevo, muitos sítios arqueológicos com pinturas rupestres e uma pequena fauna.
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| Passarelas suspensas nas cavernas |
São três circuitos para visitação, sendo que dois deles se originam num mesmo centro de visitantes, que são o Circuito do Arco do André e o da Gruta do Janelão.
Já o Circuito do Silú possui outra entrada que leva as Lapas do Carlucio e do Caboclo, além de alguns mirantes.
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| Pelas trilhas |
Como em qualquer trilha em meio à Natureza o ideal é usar roupa própria de trekking: calça e camisa ou camiseta de manga comprida, além de um bom calçado.
Vi algumas pessoas usando bastão de caminhada, mas achei desnecessário.
Logística
A sede do Parque se localiza na Comunidade do Fabião, junto às margens da Rodovia BR 135, entre a cidade de Januária e Itacarambi, no norte de Minas Gerais.
Saindo de Januária são 45 Km; já a distancia até Itacarambi é de apenas 15 Km.
Por estar localizado a cerca de 1.200 Km da cidade de São Paulo, não compensa ir de carro ou moto; eu acho muito desgastante.
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| Saída da Rodovia |
Sobrava então avião, cujo Aeroporto mais próximo é o de Montes Claros e essa foi a opção que escolhi, além de alugar um carro assim que desembarquei.
Dessa cidade são apenas 215 Km até a entrada do Parque e foi um gasto a mais, porém não precisei ficar dependendo de alguém para me levar aos lugares.
E se mesmo assim vier de ônibus veja a opção com o guia de incluir o transporte, com ele pegando você na pousada nos dias da visitação ao Parque.
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| Acesso às Cavernas |
Logística resolvida com uns 3 meses de antecedência, agora era a parte burocrática do Parque, que exige a contratação obrigatória de um guia para todos os circuitos de visitação do Parque.
Contratação do guia e o agendamento
Quando troquei mensagens com o pessoal do Parque pedindo sugestões de guias, eles me passaram um link com mais de uma centena deles, mas me assustei pelo valor alto que cobram.
Outra opção eram as pousadas que também podem sugerir guias que prestam um bom serviço.
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| Cânion do Rio Peruaçu |
Normalmente o agendamento é realizado pelo próprio guia, que escolhe o melhor roteiro de acordo com o condicionamento da pessoa ou do grupo.
No Circuito do Arco do André, o valor somente para essa atração é um pouco maior, em média $500 Reais.
Se for um grupo fechado, o valor por pessoa pode diminuir, mas é questão de combinar antecipadamente o preço final com o guia, sendo necessários no mínimo 3 dias para visitar todas as atrações abertas ao público.
Para escolha do guia troquei inúmeras mensagens com vários deles, com alguns cobrando na faixa de $1.000 até $2.000 Reais por 3 dias e no final fechei com um guia por $300 Reais/dia.
Um item importante: alguns condutores incluem o transporte, outros não, por isso atente a isso antes de fechar os valores.
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| Gruta do Janelão |
Abaixo segue o link da lista oficial de condutores credenciados, disponíveis no site do Parque (até Abril/2026): clique aqui.
Hospedagem e alimentação
Januária é a cidade com mais estrutura, embora não acho uma boa opção para se hospedar por causa da distância a ser percorrida todos os dias até o Parque, cerca de 45 Km só de ida.
Já a cidade de Itacarambi tem a vantagem de estar a 15 km da entrada do Parque, mas com poucas opções de hospedagem e restaurantes.
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| Comunidade do Fabião |
Tem a Comunidade do Fabião, às margens da BR 135, já bem próxima à entrada do Parque com algumas pousadas e restaurantes.
Em uma ou outra pousada dessa Comunidade é oferecido o jantar. É só combinar antecipadamente mas se ficar em uma pousada que não oferece alimentação, existe a opção de algumas hamburguerias e pizzarias próximas.
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| Área do Parque |
O Parque também oferece um guia de pousadas e restaurantes das cidades de Januária e Itacarambi, além de opções na Comunidade do Fabião:
Relato
O roteiro foi da seguinte maneira:
1º dia (Sabado): Chegada durante a tarde na Pousada da Comunidade do Fabião.
2º dia (Domingo): Gruta do Carlúcio + Gruta do Caboclo + Gruta do Rezar.
3º dia (Segunda-feira): Passeio de barco pelo Rio São Francisco.
4º dia (Terça-feira): Gruta do Indio + Gruta Bonita + Gruta do Boquête + Caverna Monte Sião, Mirante do Mundo Inteiro, Arco do André, Caverna do Cascudo + Caverna dos Troncos + Lapa dos Desenhos.
5º dia (Quarta-feira): Gruta do Janelão.
6º dia (Quinta-feira): Retorno para São Paulo.
Saindo de Guarulhos desembarquei no Aeroporto de Montes Claros por volta das 10:00 hrs e no guichê da Unidas acertei os últimos detalhes da locação.
Coloquei no celular a rota para Pousada na Comunidade do Fabião, apontando 220 Km em 3h15min e fui seguindo por dentro da cidade até acessar a Rodovia BR 135. E dali não tem mais erro.
Com asfalto em boas condições, mas caindo uma leve garoa o trecho é tranquilo por Rodovia de pista simples.
Fui chegar na Pousada na Comunidade do Fabião por volta das 14:00 hrs com muito Sol e marquei com o guia de encontrá-lo no dia seguinte no centro de visitantes do Parque.
1º dia de Parque
Cheguei no centro de visitantes principal do Parque pouco depois das 08:00 hrs, seguindo por um pequeno trecho da Rodovia e depois estrada de terra em bom estado, não necessitando ser um veiculo 4x4. Só a poeira e os pedregulhos que atrapalham um pouco.
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| Lugar mais lindo do mundo |
Seguimos por uma estrada de terra pelo interior do Parque por cerca de 9 Km até uma porteira fechada a cadeado e somente os guias possuem a chave desses cadeados – a porteira fechada é devido a estrada principal ser caminho de moradores para Comunidades próximas.
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| Antiga residencia dentro do Parque |
O nome desse Circuito é Silú, compreendendo as Grutas do Carlucio e do Caboclo.
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| Mirante dos Cactos |
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| Boca da Gruta do Carlucio |
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| Muitas formações calcárias |
Não ficamos muito tempo aqui e logo retornamos para a trilha, agora na direção da Gruta do Caboclo.
Depois de um pequeno trecho íngreme, chegamos na entrada, onde existe uma passarela que avança por alguns metros pelo seu interior.
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| Entrada |
São de figuras geométricas bem nítidas e algumas de figuras humanas e animais de cores variadas e em bom estado de conservação.
Depois de vários clics e tentando identificar o significado de algumas pinturas, voltamos para a trilha.
Ainda passamos por um antigo cemitério com alguns túmulos marcados por cruzes de madeira e em seguida chegamos no estacionamento.
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| Túmulos |
Foi uma caminhada de pouco mais de 2 horas pelo circuito das 2 Grutas, retornando em seguida para o centro de visitantes onde comi alguns lanches e frutas secas.
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| Subindo |
Com uns 30 minutos de caminhada se inicia um trecho de 500 degraus morro acima. É um pouco cansativo, mas não é difícil.
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| Pinturas rupestres |
Nessas eu também tentei identificar o significado delas, o que representavam, mas só fiquei na imaginação mesmo.
Chama a atenção uma pequena claraboia junto da entrada e algumas estalactites junto ao paredão.
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| Dentro da Caverna |
Antigamente a Gruta era usada em romaria, por isso recebeu o nome de Rezar.
Caminhando um pouco mais pela passarela, a trilha vai passando por colunas, estalagmites, travertinos até chegar ao último salão, quase totalmente escuro, com pouquíssima luz natural.
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| Na passarela |
Só o tempo estimado para visitação dessa Gruta foi cerca de 2 horas, entre ida e volta.
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| Boca da Caverna do Rezar |
2º dia de Parque
Terça feira pela manhã tive que acordar bem mais cedo e por volta das 07:00 hrs já estava encontrando o guia próximo do centro de visitantes e de lá seguimos para o Circuito do Arco do André.
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| Entrada do Arco do André |
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| Cruzando a porteira |
A primeira caverna é a do Índio, cuja principal característica são as pinturas rupestres nas paredes laterais e no teto.
São desenhos de animais e figuras geométricas como se fossem riscos coloridos.
Outra característica é o teto na cor preta resultado da fuligem de fogueiras, demonstrando que o lugar era utilizado como moradia.
A próxima é a Lapa Bonita com restrição de no máximo 5 pessoas por vez e conforme se avança pelos salões, chega um momento que a escuridão é total.
Essa é uma das que possuem a maior quantidade de formações calcárias.
Ao retornarmos para a entrada já tinha outro grupo aguardando. Com certeza foi uma das mais belas visitadas.
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| Formações de espeleotemas |
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| Entrada da Lapa do Boquete |
Seguindo a trilha, passamos ao lado da bifurcação que leva ao Mirante das Torres e com mais uns 15 minutos chegamos na Caverna Monte Sião, não sendo permitida a entrada.
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| Entrada da Caverna Monte Sião |
Só é preciso tomar muito cuidado porque não existe nenhuma barreira de proteção, somente uma cordinha que não protege muito.
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| Mirante |
Um casal com uma guia também estava no local descansando e no bate papo ouvi da condutora do casal uma expressão que não concordo de jeito nenhum. Ela disse que “a função dela ali era proteger o Parque dos visitantes”.
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| Parada para descanso |
Estávamos de frente para o Arco do André e depois de ouvir alguns diálogos dessa guia era hora de seguir adiante.
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| Arco com cânion ao fundo |
Nas paredes se observa camadas finas de rochas, como se fossem laminas. Lembra muito a rocha sedimentar varvito.
É um trecho com muitas pedras soltas e depois de subir e descer passando por debaixo do Arco, existe uma saída da Caverna Monte Sião à direita, que exploramos alguns metros pelo interior dela.
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| Caminhada pelo vale |
É como se fosse uma escalaminhada descendo.
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| Trecho complicado |
Já no final da segunda caverna reencontramos o Rio Peruaçu, que agora segue pelo interior da mata com a trilha ao lado dele até chegar numa bifurcação à esquerda que leva até a Lapa dos Desenhos.
Não é uma caverna com entrada e sim um grande paredão onde o maior atrativo são as pinturas rupestres.
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| Muitas pinturas |
Suas cores são tão vivas que parecem pintadas recentemente, mas são datadas de alguns milhares de anos.
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| Cruzando Rio Peruaçu |
Dali retornei à Pousada para aproveitar a piscina e ao final da tarde segui para Itacarambi.
3º e último dia de Parque
Esse dia foi dedicado ao principal atrativo do Parque: a Gruta do Janelão.
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| Entrada da Caverna |
A parte da caverna que permite a visitação tem cerca de 1,5 Km de extensão e possui salões monumentais com mais de 100 metros de altura e formações calcárias belíssimas, além de 3 claraboias.
O roteiro começou no mesmo lugar do dia anterior: o Centro de Visitantes do Janelão, onde iniciei a caminhada por volta das 09:00 hrs.
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| Área de charco |
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| Poucas pinturas |
São vestígios que ali era uma antiga dolina, cujo teto desabou com a vegetação.
A claraboia tem o formato de coração, permitindo uma iluminação natural nesse trecho inicial.
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| 1ª claraboia |
É um trecho com imensos espeleotemas que lembram elefantes, escorrimentos em forma de cascatas, travertinos e cortinas.
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| 2ª claraboia |
Mais outro trecho com muitas formações calcárias e a última claraboia surge com a Perna da Bailarina bem visível do lado esquerdo.
É uma imensa estalactite e só para comparar, ela possui 28 metros enquanto o Cristo Redentor do Rio de Janeiro tem 38 metros de altura.
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| Perna da Bailarina |
Continuando pela trilha, ela termina numa parte escura da caverna e dali em diante são 3 Km até a saída dela, cuja visitação não é permitida.
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| Fim da caminhada |
Só o duto de toda a extensão da caverna é gigantesco, além das 3 entradas de luz natural que proporcionam um visual diferente em cada uma.
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| Duto da caverna com a claraboia |
É um roteiro curto, mas obrigatório e se puder deixe para visitar o lugar por último.
Voltamos ao centro de visitantes por volta das 13:00 hrs finalizando essa visitação.
Passeio de barco pelo Rio São Francisco
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| Rio São Francisco |
A saída é durante a tarde e contempla uma praia do Rio, Estação de Bombeamento da Jaíba e o Por do Sol no retorno para a cidade.
Valor de $60 Reais (algumas agencias e guias também intermediam o contato com o barqueiro, mas aí o valor chega a quase $100 Reais)
Contato: Elias
Tel: (38) 99978-9310
E-mail: feliselias123@gmail.com
Dicas e informações úteis
# Informações sobre visitação ao Parque: clique aqui
# Contatos:
Tel: (38) 3623-1039
Whatsapp: (38) 3623-1038
E-mail: cavernas.peruacu@icmbio.gov.br
# Visitação é permitida somente até as 15:00 hrs.
# A melhor época para visitação é de Maio a Setembro, devido ao tempo seco. Mas ao longo dos outros meses também é possível a visitação.
# O Parque permite que cada guia seja responsável por até 8 pessoas. Já na Gruta Bonita e no Arco do André, cada condutor pode levar apenas 5 visitantes.
# Contrate um guia com bastante antecedencia, pois existe uma quantidade limitada de visitantes por dia em cada trilha.
# Só para se ter uma ideia, eu visitei o Parque em Junho/2026 e as vagas para visitação em Julho já estavam todas preenchidas.
# Ideal é sempre iniciar os roteiros do Parque pela manhã, devido ao Sol forte e sem pressa.
# Obrigatório uso de protetor solar, tênis ou bota e roupa de trekking (calça e camiseta comprida). O Parque proibe o uso de bermuda e papete.
# Recomendável também uso de repelentes.
# Ideal é usar bonés com abas e levar uma pequena mochila com alimentos, sucos ou agua, já que dentro do Parque não existe nenhum tipo de comércio disponível para os visitantes.
# O uso do capacete é obrigatório, sendo oferecido gratuitamente pelo guia, assim como a lanterna, que é essencial em algumas cavernas.
# Contato ônibus: Itacarambi – Compras São Paulo: as Segundas, Quartas e Sextas com retorno aos Domingos, Quartas e Sextas.
Valor: cerca de $300 Reais.
Irma Lika: (19) 99980-1369.
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