
Pegamos um tempo perfeito com visuais lindos, mas tivemos alguns problemas por informações e dicas erradas.
Esse era um dos últimos lugares que ainda não conhecia na Serra da Mantiqueira, mas a subida e descida tradicional por Extrema/MG não achava que valia a pena.
Esse era um dos últimos lugares que ainda não conhecia na Serra da Mantiqueira, mas a subida e descida tradicional por Extrema/MG não achava que valia a pena.
Cerca de 3 anos antes dessa caminhada, o montanhista Sérgio Beck tinha escrito sobre a subida ao Pico do Lopo, mas ele chegou lá na crista de carro. Não era essa a minha intenção.
Só peguei algumas informações do relato dele na Revista Aventura Já, para a caminhada pela crista e nada mais.
Para essa travessia, tínhamos que procurar alguma trilha que descia para Joanópolis, já do outro lado da serra e depois de algumas pesquisas na net não encontrei nenhuma informação ou quem sabia não queria compartilhar – já tinha passado por situações semelhantes antes e nem liguei.
Na foto acima toda a galera na Pedra das Flores com o Pico do Lopo (ou Pedra do Cume) ao fundo
Fotos + carta topográfica + Imagens da trilha plotada: Clique aqui
Tracklog para GPS: Clique aqui
Para essa travessia, tínhamos que procurar alguma trilha que descia para Joanópolis, já do outro lado da serra e depois de algumas pesquisas na net não encontrei nenhuma informação ou quem sabia não queria compartilhar – já tinha passado por situações semelhantes antes e nem liguei.
Na foto acima toda a galera na Pedra das Flores com o Pico do Lopo (ou Pedra do Cume) ao fundo
Fotos + carta topográfica + Imagens da trilha plotada: Clique aqui
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| Na Rodoviária da cidade |
Em uma lista de trekking da qual participava, troquei alguns e-mails com um colega da lista.
Ele me disse existia uma trilha que descia em direção à Joanópolis e que o início dela ficava entre a Pedra das Flores e a Cabeça do Gigante - que na verdade é o topo do Pico do Lopo.
O roteiro já estava marcado: subir por Extrema, acampar na Pedra das Flores, chegar no topo do Pico do Lopo e no dia seguinte descer para Joanópolis. O Jorge, Ronald, Hariel, Márcia, Silvana e a Laura aceitaram o desafio e lá fomos nós.
Marcamos todos de se encontrar na Rodoviária do Tietê em SP, já com as passagens compradas para o horário das 07h30min de um Sábado de Julho.
A viagem foi bem tranquila e as 09:00 hrs já estávamos chegando na Rodoviária de Extrema/MG.
Agora era seguir para o início da Trilha da Pedra do Sapo (ou do Pinheirinho, que é o mesmo caminho), que sobe em direção à crista da serra.
Da Rodoviária seguimos na direção da Igreja Matriz e de lá tomamos a rua que termina no antigo reservatório de água da COPASA, a 30 minutos desde a Rodoviária.
O local é conhecido como Mirante da Caixa D’água e para iniciar a trilha é só atravessar uma pequena porteira e dali seguir pelo meio de um pasto.
Ele me disse existia uma trilha que descia em direção à Joanópolis e que o início dela ficava entre a Pedra das Flores e a Cabeça do Gigante - que na verdade é o topo do Pico do Lopo.
O roteiro já estava marcado: subir por Extrema, acampar na Pedra das Flores, chegar no topo do Pico do Lopo e no dia seguinte descer para Joanópolis. O Jorge, Ronald, Hariel, Márcia, Silvana e a Laura aceitaram o desafio e lá fomos nós.
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| Caminhada pelo centro até o inicio da trilha |
A viagem foi bem tranquila e as 09:00 hrs já estávamos chegando na Rodoviária de Extrema/MG.
Agora era seguir para o início da Trilha da Pedra do Sapo (ou do Pinheirinho, que é o mesmo caminho), que sobe em direção à crista da serra.
Da Rodoviária seguimos na direção da Igreja Matriz e de lá tomamos a rua que termina no antigo reservatório de água da COPASA, a 30 minutos desde a Rodoviária.
O local é conhecido como Mirante da Caixa D’água e para iniciar a trilha é só atravessar uma pequena porteira e dali seguir pelo meio de um pasto.







