Nas outras 2x sempre tentei entrar por Paraty, mas sempre encontrava algum problema.
E dessa vez iniciava a trilha novamente por Paraty e tentaria fazê-la pelo Bairro do Coriscão, mas se não encontrasse iria pelo Bairro do Corisquinho mesmo.
Chamei um velho amigo de trilha, o Marcelo Gibson e ele topou na hora.
Foto acima na placa da Trilha do Corisco junto à Casa da Farinha, em Ubatuba
Fotos dessa caminhada + carta topográfica + trilha plotada no Maps: clique aqui
| Trilha no escuro |
A Rodoviária estava vazia e ficamos aguardando um certo tempo até a saída do ônibus circular Corisco que nos deixou pouco antes das 06:00 hrs no último ponto do Bairro do Coriscão.
Mochilas nas costas, agora seguíamos ainda no escuro serra acima pela estrada de terra até o inicio da trilha que eu tinha encontrado na minha última vez aqui.
Ao fundo ainda podíamos visualizar as luzes da cidade.
O céu estava totalmente limpo e a previsão era de tempo bom naquele fim de semana, bem diferente de quando em passei por aqui anos atrás.
Às 06h30min chegamos na entrada do Sitio São Francisco de Assis (atual Reserva Chão de Estrelas), onde existem 2 portais de concreto e a placa com o nome do Sitio jogada no chão.
O céu estava totalmente limpo e a previsão era de tempo bom naquele fim de semana, bem diferente de quando em passei por aqui anos atrás.
| Portal do Sítio |
Aqui abandonamos a estrada e iniciamos por uma trilha à esquerda em frente ao portão do Sitio.
O inicio é bem tranquilo e somente com uma pequena subida nos primeiros minutos para logo em seguida mergulhar em uma densa mata, com algumas aberturas de visual.
Vamos cruzando inúmeros riachos e às 07h35min chegamos no mais caudaloso deles: o Rio Corisco.
Para não molhar as botas, fomos pulando as pedras.
A partir daqui a trilha entra de vez na mata fechada e sem perspectiva de visual nenhum.
O inicio é bem tranquilo e somente com uma pequena subida nos primeiros minutos para logo em seguida mergulhar em uma densa mata, com algumas aberturas de visual.
Vamos cruzando inúmeros riachos e às 07h35min chegamos no mais caudaloso deles: o Rio Corisco.
Para não molhar as botas, fomos pulando as pedras.
A partir daqui a trilha entra de vez na mata fechada e sem perspectiva de visual nenhum.