Então deixei para lá.
Uns 10 anos depois resolvi pesquisar no Google sobre essa trilha e encontrei os nomes: Trilha das Cachoeiras do Ribeirão de Itu ou simplesmente Salesópolis-Boiçucanga.
O nome da estrada de acesso à trilha encontrei com vários nomes: Estrada do Sol, Estrada do Rio Pardo, Estrada Salesópolis-Caraguá, mas o nome mais citado era Estrada da Petrobras, sendo muito usada pelo pessoal do 4x4.
Em um fórum de 4x4 consegui alguma coisa sobre a Estrada da Petrobras e por isso resolvi fazer todo o trajeto de motocicleta, iniciando em Caraguá e terminando em Salesópolis, para ver se era possível vir do litoral na caminhada até o início da trilha.
Na época a estrada era relativamente conservada, mas existia uma longa subida que levaria 1 dia inteiro (o trajeto completo de moto até Salesópolis não foi fácil, pois peguei chuva e estrada muito precária no planalto).
Em um fórum de 4x4 consegui alguma coisa sobre a Estrada da Petrobras e por isso resolvi fazer todo o trajeto de motocicleta, iniciando em Caraguá e terminando em Salesópolis, para ver se era possível vir do litoral na caminhada até o início da trilha.
Na época a estrada era relativamente conservada, mas existia uma longa subida que levaria 1 dia inteiro (o trajeto completo de moto até Salesópolis não foi fácil, pois peguei chuva e estrada muito precária no planalto).
Na pesquisa encontrei um croqui e um arquivo de GPS bem antigo dessa trilha com algumas informações úteis, além de um roteiro do montanhista Sérgio Beck que mostrava exatamente o início dessa trilha. E com isso não faltava mais nada.
E ao finalizar a Trilha do Corisco (relato aqui) depois de várias tentativas, decidi que era a hora fazer a Trilha das Cachoeiras do Ribeirão de Itu nas minhas férias do início do ano.
Foto ao lado, na base da Cachoeira da Pedra Lisa, já quase no final da caminhada
Fotos + imagens de satélites mostrando a trilha: clique aqui
Para essa caminhada chamei o Jorge que por sua vez chamou o Ricardo (um amigo dele), mas escolher a data se revelou um problema que não ia se resolver tão cedo: chuvas que ocorriam quase que diariamente em SP no mês de Janeiro.
E como essa travessia do Ribeirão de Itu segue por suas margens por um longo trecho, meu medo era pegar uma tromba dágua no rio e com isso ficar isolado ou até algo bem mais grave acontecer.
Mas o clima deu uma melhorada e marcamos para um fim de semana.
O roteiro era esse: sairíamos de SP pela manhã para chegar na Rodoviária de Caraguá no máximo até às 13:00 hrs e de lá pegar um táxi que nos deixasse o mais próximo possível do alto da serra.
De lá seguiríamos pela Estrada da Petrobras até o início da trilha, onde íamos acampar e no dia seguinte descer pela trilha.