Minha intenção sempre foi de subir a serra por uma trilha que finaliza próximo do Pico do Itapeva e depois descer por uma outra, completando o circuito.
Reuni uma galera e foi o que a gente fez: saímos de Pindamonhangaba (no Vale do Paraíba) subindo a serra pela Trilha das Borboletas até o Pico do Itapeva e depois uma parte do pessoal desceu a serra pela Trilha da Fazenda Hare Krishna, completando o circuito, enquanto que eu continuei a caminhada pela crista da serra por uma Trilha chamada Sertão dos Moreiras até chegar próximo ao Horto Florestal e de lá desci pela Trilha da pequena Usina Hidrelétrica Izabel.
Reuni uma galera e foi o que a gente fez: saímos de Pindamonhangaba (no Vale do Paraíba) subindo a serra pela Trilha das Borboletas até o Pico do Itapeva e depois uma parte do pessoal desceu a serra pela Trilha da Fazenda Hare Krishna, completando o circuito, enquanto que eu continuei a caminhada pela crista da serra por uma Trilha chamada Sertão dos Moreiras até chegar próximo ao Horto Florestal e de lá desci pela Trilha da pequena Usina Hidrelétrica Izabel.
Na foto acima, o pessoal subindo a serra pela Trilha das Borboletas
Fotos: clique aqui
Tracklog para GPS dessa caminhada: clique aqui
Ao final da Travessia do Pico do Carrasco, de Piquete até Campos do Jordão (relato aqui) eu e a Márcia finalizamos no Horto Florestal.
Naquele dia até cogitamos em continuar a caminhada seguindo rumo crista da serra, rumo sul para quem sabe chegar no Pico do Itapeva, mas como terminamos com chuvas, nem discutimos a possibilidade.
Pensei comigo: um dia ainda volto aqui para continuar essa caminhada pela crista, mas sempre fui deixando de lado.
E depois de várias tentativas infrutíferas resolvi fazer essa caminhada, mas de uma forma diferente: saindo de Pindamonhangaba, subiria a Serra da Mantiqueira pela Trilha das Borboletas até chegar no Pico do Itapeva e de lá continuaria rumo leste pela Trilha do Sertão dos Moreiras, seguindo pela crista até chegar próximo ao Horto Florestal, descendo depois a serra pela trilha da pequena Usina Hidrelétrica Izabel.
Do trecho de subida, tinha conseguido um tracklog plotado numa carta topográfica com o Lexus (site dele aqui), cuja caminhada iniciava próximo do Bar do Edmundo, em Ribeirão Grande (um bairro de Pindamonhangaba).
E claro não poderia deixar de citar o montanhista Sérgio Beck, que no livro Caminhos da Aventura relata a subida dessa trilha, passando ao lado do Morro do Pinga.
Com um tracklog e o relato do Beck agora era reunir um bom grupo e seguir para a trilha.
Chamei velhos conhecidos de caminhadas: Marcelo Gibson, Sandro (do Fórum Mochileiros) e um conhecido de muitas mensagens de e-mails: o Rodrigo, que toparam na hora. O Rodrigo, por sua vez chamou sua namorada - a Rosana e um amigo dele - o Renan e com isso a trupe estava formada.
Do trecho de subida, tinha conseguido um tracklog plotado numa carta topográfica com o Lexus (site dele aqui), cuja caminhada iniciava próximo do Bar do Edmundo, em Ribeirão Grande (um bairro de Pindamonhangaba).
E claro não poderia deixar de citar o montanhista Sérgio Beck, que no livro Caminhos da Aventura relata a subida dessa trilha, passando ao lado do Morro do Pinga.
Com um tracklog e o relato do Beck agora era reunir um bom grupo e seguir para a trilha.
Chamei velhos conhecidos de caminhadas: Marcelo Gibson, Sandro (do Fórum Mochileiros) e um conhecido de muitas mensagens de e-mails: o Rodrigo, que toparam na hora. O Rodrigo, por sua vez chamou sua namorada - a Rosana e um amigo dele - o Renan e com isso a trupe estava formada.
| Rosana, Rodrigo, Marcelo Gibson, Sandro, eu e o Renan |
A viagem foi tranquila e pouco depois das 09h30min já estávamos desembarcando na Rodoviária da cidade, porém o ponto inicial do circular que nos levaria até o início da trilha se localiza bem no centro, ao lado da antiga Estação Ferroviária.
Tínhamos a informação que o ônibus circular saia as 11:00 hrs e seguimos sem pressa.
Depois de embarcado o percurso até que foi rápido e com cerca de 30 minutos já estávamos desembarcando do circular ao lado do Bar do Edmundo (exatamente nesse ponto), onde paramos para tomar alguma coisa.