20 de fevereiro de 2017

Relato: Travessia do Lago dos Andes - Serra do Mar de Biritiba Mirim/SP

Depois de conhecer alguns dos principais picos e cachoeiras da Serra do Mar na região de Biritiba Mirim - nesses relatos, as minhas caminhadas agora eram para completar uma travessia, iniciando em um lugar para finalizar em outro. 
E na minha primeira em Setembro de 2016 quando tentei fazer a da Cachoeira Pedra Furada-Pedra do Sapo – nesse relato aqui – encontrei o Maciel (autor do Blog de caminhadas Além da Fronteira) e seu grupo próximo da Cachoeira da Light. 
Eles estavam seguindo para o Lago dos Andes (alguns chamam de Represa dos Andes, mas os dois nomes estão valendo), passando pela cachoeira, mas nem imaginava que ali existia uma trilha e sempre pensei que o único acesso é pelo trecho da Trilha do Lobisomem. Pedi algumas informações dessa trilha para eventualmente fazê-la algum dia.

Porém com as férias de fim de ano e o clima chuvoso, não sobrava um fim de semana de Sol e por isso fui deixando de lado. E só no final de Janeiro que o clima ajudou, mas minha intenção era fazer o percurso no sentido inverso com o seguinte roteiro: iniciar a caminhada pelo Bairro Manoel Ferreira, passando pelo topo da Pedra do Sapo em seguida contornando o Pico do Gavião pela trilha à nordeste para interceptar a Trilha do Lobisomem e dali seguir a trilha tradicional até os Andes. Para o retorno, tentaria encontrar a trilha que o Maciel tinha feito, saindo dos Andes em direção à Cachoeira da Light e depois seguindo para a Cachoeira da Pedra Furada finalizando no Km 80,4 da Mogi-Bertioga e de lá pelo asfalto até a Balança. 
É uma caminhada relativamente longa e cansativa e talvez com trechos de vara mato entre os Andes e a Light, mas estava decidido a completá-la.




Foto acima com eu, o Allan, a Fernanda e o Marcelo Gibson no mirante com Lago dos Andes ao fundo. Na outra foto junto da margem


Fotos: clique aqui

Vídeo somente com algumas fotos: clique aqui
Desculpem, mas não consegui gravar em vídeo, pois as pilhas que levei estavam no fim.

Tracklog de toda essa caminhada: clique aqui



Trip planejada, agora os corajosos: Marcelo Gibson (velho parceiro de algumas trilhas) e o Allan e sua namorada Fernanda, do Clube dos Desbravadores (CADES) de Biritiba Mirim, ligado a Igreja dos Adventistas, também quiseram se juntar.
O problema era encontrar algum fds que não estivesse chovendo, por isso só confirmei a trip 1 dia antes. Marcamos para um Domingo, que segundo a meteorologia seria de Sol.

Naquela manhã de Domingo embarquei por volta das 06:00 hrs no trem da CPTM na Estação Tatuapé seguindo para Guaianases, onde fiz baldeação para outro trem em direção à Estação de Estudantes. 
Deu até para cochilar um pouco e por volta das 07h15min já desembarcava na última estação, seguindo para o Terminal de ônibus municipais do lado direito. Não demorou muito e o Marcelo Gibson chegou. Colocamos o papo em dia e por volta das 08h20min o circular Manoel Ferreira saiu e para variar, lotado de trilheiros. 
Um deles eu reconheci rapidamente: era o Diógenes com sua turma do Canal da Caminhada. Encontrei ele no final de Outubro na Trilha do Lobisomem e dessa vez o grupo dele era bem maior. 
Conversamos rapidamente e a caminhada que ele ia fazer agora era longe de onde eu ia.
Em Manoel Ferreira
O Allan mandou algumas mensagens pelo celular dizendo que iria se encontrar com a gente no topo da Pedra do Sapo.
As 09h20min descemos no ponto de ônibus do Km 74,3 da Mogi-Bertioga e sem perder tempo seguimos pela estrada de terra que leva ao centro do Bairro Manoel Ferreira, onde chegamos 10 minutos depois. 
Agora seguíamos pela estrada ao lado da Adutora da Sabesp, às vezes pelo lado esquerdo, às vezes pelo lado direito. 
Assim que terminamos um longo trecho do lado direito da Adutora, surgiu uma bifurcação junto a um portão de ferro com muros laterais brancos pouco depois das 10:00 hrs. 
A estrada principal segue para a esquerda contornando o morro, mas nosso caminho é para direita. 

Riacho na trilha
Mais uns 10 minutos e saímos novamente à direita para pegar uma estradinha que leva a uma propriedade particular, marcada por uma porteira de madeira. Fácil cruzá-la e alguns metros à frente chegamos em 2 casas abandonadas, as 10h20min. 
Do lado esquerdo nota-se uma trilha ao lado de uma cerca de arame e é aqui que definitivamente entramos na mata fechada.  
Essa é a trilha oeste da Pedra do Sapo e sem maiores dificuldades vamos ganhando altitude até chegar a um pequeno bambuzal, onde a trilha segue para esquerda.
Com trechos no plano e pequenas subidas, não demora muito e quase dou de cara com uma cobra Jararaca. 
Era um filhote cruzando a trilha e foi bem fácil identificá-la pelas marcas geométricas no seu corpo e cor amarronzada. 
Pedra do Sapo
Com cerca de 15 minutos de trilha ouve-se um riacho à esquerda com trilha de fácil acesso e onde pegamos água. A trilha que leva ao riacho é a mesma que leva à Gruta dos Beltenebros, alguns metros abaixo, seguindo o rio. Com cantis cheios, voltamos para a trilha subindo por um leito seco de enxurrada com trilha tranquila sem bifurcações.
Pouco depois das 11:00 hrs passamos ao lado de um grande descampado para várias barracas e mais alguns metros emergimos no aberto com vistas para o norte. 
Logo chegamos no platô, que fica um pouco abaixo da Pedra do Sapo e aqui o Allan e a Fernanda já nos aguardavam. 
Apresentações e um rápido bate papo, seguimos para o topo do Sapo, onde uma galera praticava rapel.
A subida ao topo é feita por uma corda junto a um paredão, mas sem grandes dificuldades. 
Pico do Itapanhaú à esquerda e Gavião à direita
O Sol nos brinda com um visual fantástico: Torre do Itapanhaú e Pico do Gavião são fáceis de identificar à leste e os prédios da Riviera de São Lourenço são vistos sem impedimento nenhum ao sul. 
No local uma família inteira apreciava a vista e um deles me reconhece do blog. 
É o Fernandes que também me apresenta ao Batista e depois de um bate papo era hora de irmos embora, pois ainda tínhamos um longo caminho pela frente e ao descermos do topo, seguimos pela trilha à leste, que passa pelo trecho das cordas onde percebo que algumas foram retiradas. Uma pena.
Foram cerca de 20 minutos em todo o trecho de descida, chegando à antiga estrada pouco depois das 12h15min. Seguindo agora rumo nordeste, caminhamos cerca de 300 metros para entrar novamente na mata fechada à direita, subindo rumo sul. 
Cruzando riachos
É uma trilha demarcada com marcas de pneus de moto e com uma bifurcação à esquerda que deve ser desprezada. O ganho de altitude não é tão grande, pois estamos contornando o colo do Pico do Gavião pela sua esquerda.
Depois de passar pela Cachoeira da Água Fina, facilmente identificada pelo barulho de sua queda, interceptamos uma trilha com alguns totens, que desce do topo do Pico do Gavião à direita. O trecho de subida acabou e agora seguimos ora declive suave, ora no plano, cruzando com alguns riachos que fornecem água de boa qualidade.
E as 13h40min interceptamos a Trilha do Lobisomem, que foi uma antiga estrada, onde para a direita nos leva de volta à Rodovia e para esquerda é o nosso objetivo. 
Ponte de ferro
Mas só caminhamos uns 100 metros por ela e seguimos numa bifurcação para a direita.
A partir daqui a trilha vai se tornando mais fechada em relação às anteriores, mas sem dificuldades. Na dúvida, às vezes consultava o tracklog do GPS e pouco antes das 14:00 hrs chegamos na ponte de ferro, onde é preciso ter um pouco de cuidado para cruzar o rio através das vigas que parecem ser de linha férrea.
Em alguns trechos a trilha lembra muito uma antiga estrada tomada pelo mato, sendo possível observar uma pequena encosta nas laterais.
Algumas trilhas cruzam com a principal e do lado esquerdo nota-se o Rio Sertãozinho que logo iremos cruzá-lo. 
Cruzando o Rio Sertãozinho
Outra cobra Jararaca surge no caminho, mas essa é um filhote menor ainda. Eu passo rápido – vai que a mãe está por perto.
Conforme avançamos naquela mata fechada, a trilha fica menos demarcada e as 14h20min chegamos na margem do Rio Sertãozinho. São quase 15 metros de largura, não se vendo o fundo do rio e dessa vez não existe ponte. 
A travessia é pelo leito do rio mesmo. 
Todos tiramos as botas e com extremo cuidado vamos cruzando ele para não molhar as mochilas.
O Gibson vai primeiro passando com água até um pouco acima da cintura. Em seguida a Fernanda, depois eu e o Allan que demorou um pouquinho porque tinha ido explorar as margens do rio um pouco atrás.
Vai um lanche aí?
Reunidos do outro lado da margem, agora era reencontrar a continuação da trilha e nessa hora o GPS foi útil, pois com mata densa tivemos problemas para encontrá-la – na dúvida é só seguir em linha reta, tendendo um pouco para esquerda até voltar à trilha.
Depois de um pequeno riacho iniciamos uma leve subidinha até sair da mata fechada e emergir em um trecho de arbustos e vegetação baixa, onde a vista se abre. 
Foram pouco mais de 5 minutos desde que cruzamos o Rio e em mais 2 minutos chegamos no mirante do Lago dos Andes. Indescritível o lugar. 
Um lago razoavelmente grande em meio à mata nativa de todos os lados e totalmente deserto. 
Na margem do Lago
Ao norte o Pico do Gavião, a Pedra do Sapo e a Torre do Itapanhaú estão encobertos por neblina. Talvez prenúncio de chuvas, que graças a Deus não veio.
Ao sul e a leste a barreira da Serra do Mar e a oeste nota-se uma trilha que segue para o sul contornando o lago. Quem sabe no futuro possa ser uma opção de trilha que leva ao Rio Guacá.
O mirante onde estamos parece ser o melhor local para um camping e até foram deixados 2 lampiões daqueles bem antigos juntamente com 2 lonas pretas para a montagem de alguma tenda. Já tinha visto algo parecido na Cachoeira da Light, como nesta foto, que parece ser típico de caçador/pescador ou palmiteiro - Nada contra.
Cercado de mata nativa
São 14h45min e depois da hora do lanche, deixamos nossas mochilas aqui e fomos nadar no lago.
Já li 2 versões diferentes de como ele surgiu: uma diz que é devido à construção da Mogi-Bertioga e outra que foi construída por uma empresa de celulose.
O lago tem o formato quase retangular com cerca de 500 metros de comprimento por cerca de 130 de largura e parece ser bem profundo, pois conforme avançamos, existe uma queda brusca na profundidade, sendo impróprio para quem não sabe nadar.
Ficamos na água por cerca de 1 hora e ao voltar para colocar as roupas que tinha deixado para secar, não escapei dos carrapatos que provavelmente peguei ao longo da trilha. 
Rio Sertãozinho
São aqueles bem pequenos e por isso é preciso ficar atento para não levá-los para casa.
Retomamos a caminhada as 16h30min e dessa vez por trilha diferente da que chegamos. Nossa direção era a Cachoeira da Light e logo que descemos do mirante, encontramos uma bifurcação na direção oeste. A trilha não é tão demarcada, mas com a vantagem da vegetação não ser tão densa. Em alguns trechos parecia que estávamos caminhando por antiga estrada e com pouco mais de 15 minutos chegamos na margem do Rio Sertãozinho. 
Pelo GPS percebemos que estávamos bem distante da Light e agora fomos seguindo por uma trilha paralela ao Rio, mas chegou um momento em que ela se perdeu. Procura daqui, procura dali e nada. E agora José?
Allan cruzando o Rio 
Só nos restava mesmo cruzar o Sertãozinho a nado. Em linha reta estávamos a cerca de 100 metros da trilha que passa pela Trifurcação e segue para Cachoeira da Light. 
Problema era a largura e a profundidade dele.
Olhando para outra margem parecia que havia uma trilha do outro lado e sem perder tempo, o Allan foi lá conferir. Pulou no rio e foi nadando até chegar na outra margem. 
Com pouco mais de 10 metros de largura, a profundidade era grande, já que ele não conseguiu ficar em pé. Gerou um pouco de medo, mas era essa opção ou varar mato por um longo trecho.
E assim fomos cruzando o rio à nado com as mochilas nas costas, que ficaram um pouco molhadas, mas faz parte. 
Cachoeira da Pedra Furada
Reunidos novamente do outro lado, notamos que o lugar parece ser um ponto de pesca, já que havia uma tenda abandonada. Em linha reta, fomos varando mato sem grandes dificuldades por alguns minutos até interceptar a trilha que leva até a Cachoeira da Light, aonde chegamos às 17h30min.
Alguns clics dela e voltamos para trilha, na direção da Cachoeira da Pedra Furada e chegando na Trifurcação pegamos a trilha da esquerda. Mais uns 30 minutos e já estamos na Pedra Furada, descendo a trilha pela encosta íngreme.
Sempre linda para apreciar e deserta também, mas lixo em alguns lugares. 
Aqui outra hora do lanche e devido a água gelada, ninguém se arriscou a tomar um banho no lugar.
De volta á Rodovia
E pouco antes das 19:00 hrs nos despedíamos dela para chegar na Mogi-Bertioga, junto ao Km 80,4 as 19h45min ainda com luz natural. 
Foram quase 10 horas e uns 25 Km de caminhada no total, mas ainda nos restavam pouco mais de 4 Km até a Balança e ao longo do trecho pela Rodovia meu pensamento era um só: descansar e comida. 
Já ia pensando no nhoque que estava na geladeira e o Gibson só pensava na pizza que iria comprar em algum lugar perto da casa dele. Já o Allan e a Fernanda deviam estar pensando em como ir até o Bar da Dona Maria (perto da base da Pedra do Sapo) para pegar a moto e seguir para suas casas. Até fiquei até com pena deles. 
Talvez o Allan imaginou que conseguiria uma carona fácil até o Bar.
Já pensando que ao chegarmos na Balança seriam somente nós 4. Ledo engano. O lugar estava lotado de trilheiros porque a Rodovia estava completamente congestionada em direção a Mogi das Cruzes. Eram pouco mais de 21:00 hrs e naquele Domingo de Sol muita gente estava voltando do litoral. Deu nisso. 
Os minutos vão passando e nada do circular chegar: será que ainda conseguiríamos encontrar o Metrô funcionando na volta para SP? Ou pior ainda: o trem?
Seu Geraldo - o Lobisomem
Depois de comer algumas coxinhas, ficamos aguardando o circular dentro do bar. 
O lugar me faz lembrar do falecido Seu Geraldo e aqui vou abrir um parênteses no relato para contar uma pequena história: quando passei aqui no dia 17 de Setembro de 2016 encontrei Seu Geraldo no bar e fiquei um bom tempo conversando com ele. 
Me passou algumas boas dicas e informações de caminhadas pela região. 
Talvez essa foto ao lado seja a mais recente dele ainda vivo, pois alguns dias depois da nossa conversa ele faleceu. 
O proprietário do bar disse que ele passou mal, sentindo dores no peito e em vez de ir a um Hospital, voltou para sua casa que fica próxima da Rodovia, na trilha que leva seu nome: Lobisomem. E no dia seguinte, não voltou para o bar, como sempre fazia. Notando sua falta, foram até sua casa encontrando ele já morto, sentado na sua cadeira. Uma grande perda, sem duvida. Sempre vou lembrar do bate papo com esse simpático senhor que era muito bom de conversa. Era prazeroso conversar com ele.

Voltando ao relato, eu e o Gibson nem pensávamos mais no nhoque e na pizza. Nossa prioridade era chegar em SP antes do Metrô fechar. O Allan tinha deixado a moto no Bar da D. Maria e até tentou conseguir alguma carona ou transporte que o levasse até lá, mas em vão. Porém ele tinha uma grande vantagem: estava no quintal de casa, pois morava em Biritiba Mirim. 
Lembro que o circular chegou e foi uma festa. Já o trânsito andava em ritmo lento e quando passamos pelo bairro Manoel Ferreira, o Allan e a Fernanda desceram. Mais tarde ele me enviou uma mensagem dizendo que tinham conseguido carona até a D. Maria e voltado com a moto. Ufa, que bom.
Já o nosso ônibus foi uma anda e para e com isso eu até cochilei, só acordando já perto de Mogi, onde chegamos antes das 23:00 hrs na Estação Estudantes. A saída do trem até que foi rápida, assim como a baldeação em Guainases e quase meia noite chegamos em Itaquera, onde o Gibson pegou o metrô e eu segui até a estação Tatuapé, para chegar em casa pouco antes da 1:00 hora da madrugada.





Dicas e informações úteis


# Segundo o GPS, o total dessa caminhada chegou a uns 30 Km.

# Para quem não quiser usar o circular, a opção é vir de carro e deixá-lo na Balança.

# Para quem pretende fazer essa travessia no sentido inverso, faça o seguinte: ao chegar na Trifurcação, que fica próximo da Cachoeira da Light, deve seguir na trilha rumo Rio Sertãozinho e junto a uma tenda abandonada ao lado do rio, é só atravessar para o outro lado nadando. Próximo da outra margem existe uma trilha demarcada que leva até os Andes, mas tem de ter faro de trilha, porque ela não é tão demarcada e principalmente saber nadar. A profundidade é grande nesse ponto e o risco de afogamento idem.

# Pontos de água confiáveis ao longo dessa caminhada
- Na subida da trilha oeste da Pedra do Sapo.
- Final da descida da trilha leste da Pedra do Sapo.
- Vários riachos no trecho da Pedra do Sapo até interceptar a Trilha do Lobisomem.
- Riacho antes de chegar no mirante dos Andes. Se localiza pouco depois de cruzar o Rio Sertãozinho. 
- No trecho entre a Cachoeira da Light e Cachoeira da Pedra Furada, cruza-se um riacho.
- E da Pedra Furada até a Rodovia são vários riachos.

# O intervalo entre as saídas do circular Manoel Ferreira é muito grande. Seguem os horários: clique aqui.

# Sinal de telefonia celular só encontrei próximo da Pedra do Sapo, devido a antena da Vivo na Torre do Itapanhaú.

# Carrapatos e pernilongos são comuns nessa trilha e voltei de lá com várias picadas pelo corpo. Pelo menos os carrapatos eu consegui retirar nos Andes.

# Para GPS, uso o meu celular com 2 app de navegação
- GPX Viewer para navegação e o Orux Maps para gravar a trilha – todos para Android e disponíveis na Play Store.
Apesar de estarem totalmente em inglês, não tive dificuldades. Só fiz a transferência do download do tracklog para o cartão de memória e depois abri no GPX. Muito fácil. E para gravar no Orux Maps é mais fácil ainda. É só abrir o programa e clicar na bolinha vermelha. 

2 comentários:

  1. Parabens Augusto, ficou muito bem, irá ajudar muito os aventureiros!
    perdi seu contato, queria marcar algo estou com mais tempo por esses dias, se puder avisa
    Abraço.

    ResponderExcluir
  2. Fala Maciel, blz?
    Domingo passado fiz uma cachoeira no Alto Guaca.
    Agora quero voltar lá para fazer outras trilhas nesse mesmo rio.
    Talvez para Abril.
    Dou um toque para vc, avisando da data.
    A gente vai se falando.

    Abcs

    ResponderExcluir